<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-31255901</id><updated>2011-07-28T13:36:06.242+01:00</updated><category term='renderings'/><title type='text'>BIMbalhices</title><subtitle type='html'>Ideias soltas de um arquitecto sobre o BIM</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://bimbalhices.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31255901/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bimbalhices.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Miguel Krippahl</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Ivd9_xBMTIg/StxjhgU_a2I/AAAAAAAAA2s/mUCH9u95swc/S220/eucartoon.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>35</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31255901.post-7630479033970730410</id><published>2008-12-23T08:55:00.000Z</published><updated>2008-12-23T08:56:17.588Z</updated><title type='text'>O BIM e os arquitectos portugueses</title><content type='html'>O post que se segue é invulgar, neste Blog, na sua latitude e dimensão. Baseia-se num artigo nunca publicado encomendado por uma revista de CAD brasileira, pelo que tenta explicar assuntos que, para arquitectos portugueses, são mais que óbvios. Todavia, julguei que poderia ter algum interesse para os meus leitores. Peço desculpa pela sua extensão, mas trata-se de matérias que vivem juntas e que têm que ser devidamente enunciadas e explicadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pretende-se com este "pequeno" post dar uma visão geral dos ateliers de projecto em Portugal, das suas práticas tradicionais, das alterações legislativas que sucederam recentemente e de como o BIM poderá ajudar os arquitectos a sobreviver aos desafios que se levantam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O B.I.M. NA ARQUITECTURA&lt;br /&gt;Com mais de 25 anos, a metodologia BIM – Building Information Model – Permite construir simulações tridimensionais dos edifícios, em fase de estudo, projecto, obra e gestão do equipamento.&lt;br /&gt;Dos vários Modelos BIM possíveis, o do projectista serve para testar soluções de projecto.&lt;br /&gt;A riqueza inerente deste modelo, que ultrapassa a mera modelação tridimensional para efeitos de visualização, contém informação fundamental que irá auxiliar o projectista nas decisões projectuais.&lt;br /&gt;Assim, este modelo permite, conforme vai sendo desenvolvido, aferir custos, comportamentos ambientais – térmicos, acústicos, lumínicos, fluxos de pessoas, etc.&lt;br /&gt;Esta testagem da solução implica que o modelo seja dinâmico, que seja fácil de alterar em função dos dados recolhidos a cada momento.&lt;br /&gt;Por isso, o modelo virtual do edifício desenvolvido pelo projectista deverá estar integrado no processo de fabrico do seu projecto, ou seja, deverá estar presente desde os primeiros “traços”.&lt;br /&gt;Os arquitectos, por inerência da profissão, partem para um projecto com uma folha em branco. Não existe nenhum projecto prévio sobre o qual irão desenvolver o seu, ao contrário de, por exemplo, os projectos de redes eléctricas de um edifício.&lt;br /&gt;Como tal, o modelo virtual desenvolvido pelo arquitecto irá tornar-se a base de todos os projectos subsequentes.&lt;br /&gt;Por outro lado, a actividade projectual dos arquitectos baseia-se numa sequência de soluções e prova, em que cada nova ideia é aperfeiçoada por intermédio de testes.&lt;br /&gt;Cada opção de projecto, quer seja espacial, estrutural, de materialidade ou outras, é submetida a vários testes de comportamento e verificação da sua validade.&lt;br /&gt;Por exemplo, caso o arquitecto preveja uma janela numa dada fachada para um dado compartimento, verifica se essa janela tem coerência com o compartimento, com a fachada, quais as consequências a nível lumínico, acústico, térmico, de custos de obra e manutenção, só para mencionar algumas.&lt;br /&gt;Esta verificação é feita para todos os elementos e espaços de um projecto.&lt;br /&gt;Não será disparate afirmar que o arquitecto desenvolve, há centenas de anos, um modelo BIM – mais ou menos informado - para cada projecto.&lt;br /&gt;A diferença é que esse modelo, essa base de dados, foi agora transferido do cérebro do arquitecto para o disco rígido do computador.&lt;br /&gt;Com as vantagens facilmente reconhecíveis: fiabilidade, rapidez, capacidade de armazenamento e recuperação de informação, e, acima de tudo, acesso independente por parte de outros intervenientes no processo.&lt;br /&gt;Claro que não há só vantagens.&lt;br /&gt;O recurso ao modelo virtual como forma de projectar implica uma mudança de atitude por parte dos projectistas.&lt;br /&gt;Por inerência das exigências desse modelo, a arte de projectar altera-se. Esta mudança, embora inevitável, questiona velhas práticas e mitos associados ao acto criativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ARQUITECTURA EM PORTUGAL&lt;br /&gt;Para entender a produção arquitectónica em Portugal, é preciso analisar o seu enquadramento legislativo e o crescimento do número de arquitectos.&lt;br /&gt;Constata-se que o número de arquitectos inscritos na Ordem cresceu 50 vezes em 20 anos.&lt;br /&gt;Em 1988, ano da minha inscrição, éramos cerca de 300, hoje somos mais de 16.000.&lt;br /&gt;Os cursos de arquitectura são dos mais requesitados a nível nacional, logo após os de medicina.&lt;br /&gt;Dos 3 cursos superiores em 1988, hoje existem perto de 30.&lt;br /&gt;No entanto, este crescimento exponencial do número de arquitectos não foi acompanhado por igual crescimento de obras feitas por eles.&lt;br /&gt;A maioria das obras em Portugal continuam a ser projectadas por não arquitectos.&lt;br /&gt;Sem querer entrar em grande pormenor, importa referir que o enquadramento legislativo nacional que designa as competencias dos projectistas de arquitectura remonta a 1973 (faz este ano 35 anos).&lt;br /&gt;É fácil entender que uma Lei de 1973, de um país com pouca construção urbana e pouquíssimos arquitectos, difícilmente se adequa à realidade actual.&lt;br /&gt;No entanto, continua a vigorar.&lt;br /&gt;E como tal, condiciona fortemente toda a actividade dos arquitectos, uma vez que não reconhece as suas competencias como específicas e adequadas para o exercício do projecto de arquitectura, mas antes coloca-os ao nível de outros técnicos como sejam os “engenheiros civis, agentes técnicos de engenharia civil e de minas, construtores civis diplomados”.&lt;br /&gt;Também a responsabilização dos técnicos, tanto ao nível da encomenda pública como da obra privada, é quase inexistente.&lt;br /&gt;É frequente que uma obra pública tenha derrapagens orçamentais acima dos 25%, e nunca os projectistas são responsabilizados por erros e omissões do projecto.&lt;br /&gt;Também no licenciamento, e embore os técnicos subscrevam uma declaração a atestar da legalidade absoluta da proposta de projecto, quando esta não se verifica nunca são aplicadas as sanções previstas na Lei.&lt;br /&gt;Doutro modo não poderia ser, uma vez que a própria Lei admite que sejam autores desses projectos técnicos sem qualquer qualificação arquitectónica.&lt;br /&gt;Por outro lado, a própria dimensão reduzida do País e a sua situação económica débil (em comparação com a maioria dos paises Europeus) significa que não existem muitos projectos, certamente não existem muitos grandes projectos. Os poucos que existem tendem a concentrar-se nas grandes cidades do litoral, como seja Lisboa e Porto, e respectivas zonas de influência.&lt;br /&gt;É pois nesses centros urbanos que se localizam a esmagadora maioria dos gabinetes de arquitectura.&lt;br /&gt;Esses gabinetes são geralmente de reduzidas dimensões, com 3 ou 4 arquitectos, havendo algumas (poucas) dezenas de ateliers com 20 ou 30 arquitectos.&lt;br /&gt;Possuem uma carteira de projectos bastante variada, ou seja, não é habitual especializarem-se num tipo específico de projectos, mas antes diversificarem em função do mercado.&lt;br /&gt;O modelo e dimensão dos ateliers pressupõe que as várias especialidades sejam executadas por colaboradores externos. Não exitem práticamente gabinetes de projecto que congreguem todas as especialidade debaixo do mesmo tecto.&lt;br /&gt;Existe uma minoria de ateliers que se movem dentro do Star Sistem, com apoio da própria Ordem dos Arquitectos e grande divulgação por meio de revistas.&lt;br /&gt;Os restantes gabinetes de arquitectura lutam por sobreviver, num mercado desiquilibrado onde a encomenda escasseia e a concorrência não qualificada obriga a uma baixa sistemática dos honorários.&lt;br /&gt;Neste cenário, o projecto de execução fica muito desvalorizado, previlegiando-se o simples estudo à escala 1:100.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O USO DA FERRAMENTA INFORMÁTICA EM PORTUGAL&lt;br /&gt;A passagem do projecto analógico para o digital em Portugal foi, à primeira vista, tranquilo. Em poucos anos o AutoCad implantou-se em todos os gabinetes de projecto, e hoje em dia não se encontra nenhum que ainda projecte a canetas.&lt;br /&gt;Mas esta fácil adopção nãos significa que os arquitectos Portugueses tenham abraçado o projecto digital. Antes pelo contrário.&lt;br /&gt;Em primeiro lugar, e como já foi dito, porque a maioria dos projectos não são feitos por arquitectos, mas sim por engenheiros, engenheiros técnicos ou mesmo desenhadores.&lt;br /&gt;Por outro, porque a passagem do analógico para o digital processou-se apenas ao nível dos desenhos finais.&lt;br /&gt;Os arquitectos continuam a projectar a régua e lápis, e a ferramenta informática apenas entra numa fase de desenho, geralmente executado por desenhadores ou, mais recentemente, estagiários de arquitectura.&lt;br /&gt;Assim, e embora pareça que a profissão esteja rendida às tecnologias de informação, a maioria dos arquitectos continua a encarar os computadores como meras pranchetas de desenho, chegando mesmo a considerar o seu uso como um “mal necessário”, e não como uma mais valia no processo de projecto.&lt;br /&gt;Um bom indicador desta relação turbulenta entre os arquitectos e as T.I. é o que se passa ao nível do currículo dos cursos de arquitectura.&lt;br /&gt;Embora sabendo que as alunos irão inevitávelmente trabalhar com computadores, todo o ensino de projecto gira em redor da manualidade, do esquiço, da maquete (física), do desenho a lápis. As cadeiras dedicadas ao uso da informática são menores, com poucos créditos. São geralmente leccionadas em gettos denominados de “laboratórios de informática”, embore a maioria dos alunos já possua portáteis.&lt;br /&gt;Assim, a mensagem é nítidamente que se trata de uma disciplina secundária, sem grande relevância para a arte de projectar, apenas servindo para dotar os alunos de algumas competências manuais ao nível da produção de peças desenhadas.&lt;br /&gt;Se esta postura podería fazer algum sentido há 15 anos, quando a maioria dos programas informáticos de CAD apenas eram pranchetas digitais, hoje em dia, com a proliferação e crescimento do BIM, existe um enorme desfazamento entre o que são as necessidades formativas dos alunos e a capacidade de leccionação dos cursos.&lt;br /&gt;A isto não é alheio o facto da maioria dos professores, assim como a maioria dos arquitectos seniores dos ateliers, terem tido uma formação pré-digital, fortemente apoiada nas Belas Artes. As questões tecnológicas são vistas por estas gerações como sendo de menor importância face à dimensão humanística e artística do arquitecto.&lt;br /&gt;Totalmente desfazados da realidade actual, portanto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O BIM NOS GABINETES DE ARQUITECTURA&lt;br /&gt;Tem havido muito poucos gabinetes de arquitectura em Portugal a adoptar a metodologia BIM.&lt;br /&gt;Alguns pequeníssimos ateliers, de 2 ou 3 arquitectos, são early adopters neste campo.&lt;br /&gt;Mercê de uma grande dificuldade em entrar no mercado, procuram métodos de fabrico de projectos mais rentáveis e precisos. O BIM fornece-lhes ferramentas informáticas e metodológicas que lhes permite realizar projectos mais exactos, com menos erros, a menores custos.&lt;br /&gt;Para os restantes gabinetes, mantêm-se os velhos hábitos de projecto, tendo o CAD apenas substituído as canetas. Nãos se vê necessidade em mudar, porque:&lt;br /&gt;1- A mão de obra é barata. Com a explosão de cursos de arquitectura, e a obrigatoriedade por parte dos alunos de estagiarem durante um ano em ateliers, criou-se um abastecimento de mais de 1000 licenciados em arquitectura por ano. Esses estagiários são mal pagos, chegando mesmo a trabalhar sem serem remunerados. Como tal, não compensa para os ateliers mudarem o seu processo de fabrico para uma metodologia BIM. A própria rotatividade anual dos estagiários não convida a investimentos ao nível da formação, uma vez que os alunos saem das universidades sem saberem projectar apoiados nos computadores de um modo integrado, mas apenas a fazerem desenhos 2D e alguma modelação para renderings.&lt;br /&gt;2- A idade dos decisores. Como já foi dito, a maioria dos administradores desses gabinetes são arquitectos que tiveram a sua formação numa época pré-digital. Como tal, não entendem as verdadeiras potencialidades das ferramentas informáticas, vendo-as apenas como um complemento ao desenho. Para eles, BIM é apenas uma palavra.&lt;br /&gt;3- Um mercado pouco exigente. Sem verdadeira responsabilização dos projectistas quanto a erros, omissões e incumprimentos legais, não existe um incentivo para que os ateliers adoptem metodologias de projecto que os minimizem. Sem exigência de qualidade da construção não é reconhecida pertinência a metodologias vocacionadas para um projecto rigoroso de comunicação à obra.&lt;br /&gt;4- Falta de promenorização dos projectos. Face à realidade do mercado da encomenda, especialmente no grande mercado da habitação uni e multi-familiar, os projectos geralmente não chegam à fase de pormenorização. Neste cenário, o uso de ferramentas BIM pode não ter o retorno esperado.&lt;br /&gt;5- Grandes margens de lucro. A falta de responsabilização origina uma atitude que conduz a uma menor qualidade dos projectos. Como ninguém é obrigado a assumir a responsabilidade de um projecto mal feito, os clientes não estão dispostos a pagar muito por eles. O próprio Estado dá o exemplo, ao adjudicar os projectos aos concorrentes que apresentam o menor preço a concurso. Assim, e embora os preços dos projectos sejam baixos, o facto de o sistema incentivar à má execução origina margens de lucro confortáveis. Neste clima, não compensa investir em tecnologia que aprefeiçoe o rigor dos projectos.&lt;br /&gt;6- A formação académica dos arquitectos continua a ter uma fortíssima componente artística. Os computadores continuam a ser vistos pela classe como uma ferramenta secundária, a aplicar para a produção mais rápida de desenhos finais e renderings, e não como uma metodologia integrada de projecto. As cadeiras dedicadas ao CAD são as que menos créditos dão para a nota final, e geralmente não abrangem mais que 2 ou 3 dos 10 semestres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOVO ENQUADRAMENTO LEGISLATIVO&lt;br /&gt;Vários diplomas recentes vieram modificar o panorama legislativo. Estes diplomas entraram em vigor há menos de um ano, pelo que ainda se desconhece as reais consequências da sua implementação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Regime Jurídico da Urbanização e Edificação:&lt;br /&gt;Introduz o conceito de coordenador de projecto, que é responsável pela compatibilização entre os vários projectos. Esse coordenador declara, por escrito, que os projectos são compatíveis entre sí. Este papel cabe habitualmente ao arquitecto, quando ele faz parte de uma equipa.&lt;br /&gt;Cria a possibilidade da tramitação informática dos projectos. O processo passa a ser integralmente digital, incluindo os projectos. Esta modalidade começou recentemente a ser aplicada na Câmara de Lisboa, estando previsto o alargamento para os restantes Municípios do Pais.&lt;br /&gt;Os procedimentos de licenciamento são “simplificados”. A análise dos projectos (arquitectura e especialidades) é feita apenas no início da obra, com o construtor já contratado. Assim, se houver incumprimento de algum dos (muitos) diplomas legislativos que regem a construção, o arquitecto terá que assumir a responsabilidade dos atrasos e custos perante o cliente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Regulamento dos Sistemas Energéticos de Climatização em Edifícios (RSECE):&lt;br /&gt;Legislação muito precisa sobre o comportamento térmico dos edifícios, que tem implicações directas na arquitectura, ao nível dos materiais, formas, vãos e espaços. Obriga a uma verificação cuidadosa do comportamento térmico do edifício desde uma fase inicial de concepção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Novo Código de Contratos Públicos:&lt;br /&gt;A tramitação dos concursos de obra passa a ser baseada em portais de internet. Os projectos passam a ser entregues em formato digital.&lt;br /&gt;Os técnicos passam a ser responsabilizados solidáriamente pelos erros e omissões dos seus projectos. Os arquitectos, como coordenadores gerais de todos os projectos, poderão ser chamados a pagar até 3 vezes os honorários totais para suprir esses erros em obra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O BIM COMO RESPOSTA A ESTAS NOVAS TENDÊNCIAS&lt;br /&gt;Este pacote legislativo tenderá, se aplicado com rigor, a alterar profundamente o panorama dos projectos em Portugal.&lt;br /&gt;Em primeiro lugar, porque responsabiliza a sério os projectistas, com especial ênfase no coordenador da equipe, o arquitecto. Tanto para as obras públicas, com multas até 3 vezes os honorários totais, como para obras particulares, o arquitecto passa a ser responsável pelos erros e omissões de projecto que originem derrapagens em obra e erros que atrasem ou inviabilizem as obras particulares.&lt;br /&gt;Para além de se subir assim e muito a exigência de rigor de projectos, reforça-se substancialmente o papel de coordenador de projecto e respectivas responsabilidades. Passa a competir ao arquitecto, como coordenador da equipa projectista, a compatibilização das variadíssimas especialidades.&lt;br /&gt;Os tristemente comuns casos como o atravessamento de vigas por condutas de AVAC serão suportados, em obra, também pelo arquitecto.&lt;br /&gt;As consequências serão variadas. Logo à partida, fecha-se o campo de acção dos pequenos gabinetes. Para obras com alguma dimensão, o risco associado inviabiliza que esses gabinetes venham a concorrer com preços competitivos. Qualquer erro de média dimensão fará falir um atelier de 2 ou 3 arquitectos, que dependem inteiramente de consultores externos para executarem as especialidades.&lt;br /&gt;Os gabinetes maiores terão vários caminhos possíveis, em alternativa ou acumulação:&lt;br /&gt;- Especializarem-se em tipos específicos de obra (por exemplo um atelier que só faz piscinas).&lt;br /&gt;- Integrarem nas suas equipas as especialidades. Obriga a um crescimento substancial da estrutura.&lt;br /&gt;- Alterarem os seus procedimentos, de modo a terem um maior controlo sobre o output dos projectos de arquitectura e várias especialidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É neste último campo que o BIM poderá ter um papel predominante.&lt;br /&gt;As experiências já realizadas, em Portugal como um pouco por todo o Mundo, apontam para que a metodologia BIM, quando aplicada com o devido cuidado, minimiza o risco de erros, omissões e incompatibilidade entre projectos.&lt;br /&gt;O esforço para a conversão dos ateliers será sem dúvida grande. Há que contrariar práticas enraizadas, preconceitos, inércia e falta de conhecimento.&lt;br /&gt;Há que formar uma nova geração de arquitectos que utilize a ferramenta informática não como um acessório mas como parte integrante do processo de design.&lt;br /&gt;Há que valorizar a qualidade, o rigor e o profissionalismo em deterimento do compadrio, da cunha e do favor que impera no mundo da construção civil e da obra pública.&lt;br /&gt;As recompensas são também grandes. O mercado está a mudar, e quem souber aproveitar as oportunidades que são geradas por esta mudança terá concerteza muito e bom trabalho nos anos que se avizinham.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31255901-7630479033970730410?l=bimbalhices.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bimbalhices.blogspot.com/feeds/7630479033970730410/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31255901&amp;postID=7630479033970730410' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31255901/posts/default/7630479033970730410'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31255901/posts/default/7630479033970730410'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bimbalhices.blogspot.com/2008/12/o-bim-e-os-arquitectos-portugueses.html' title='O BIM e os arquitectos portugueses'/><author><name>Miguel Krippahl</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Ivd9_xBMTIg/StxjhgU_a2I/AAAAAAAAA2s/mUCH9u95swc/S220/eucartoon.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31255901.post-1544621342503191787</id><published>2008-09-06T22:18:00.002+01:00</published><updated>2008-09-06T22:23:38.486+01:00</updated><title type='text'>Trespassa-se</title><content type='html'>Depois de meio ano sem publicar nada neste blog, chego à conclusão que terei que abandoná-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos dos temas tratados aqui passam para o único blog que tenciono manter, o &lt;a href="http://www.architruques.blogspot.com"&gt;Architruques&lt;/a&gt;, dedicado principalmente ao software BIM ArchiCad mas com ambições a mais. Com mais de 1000 visitas por mês, acaba por ser o sítio ideal para as minhas divagações BIMianas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se alguém quiser manter este blog, estou aberto a trespasse, se não, foi um prazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Miguel Krippahl&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31255901-1544621342503191787?l=bimbalhices.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bimbalhices.blogspot.com/feeds/1544621342503191787/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31255901&amp;postID=1544621342503191787' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31255901/posts/default/1544621342503191787'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31255901/posts/default/1544621342503191787'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bimbalhices.blogspot.com/2008/09/trespassa-se.html' title='Trespassa-se'/><author><name>Miguel Krippahl</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Ivd9_xBMTIg/StxjhgU_a2I/AAAAAAAAA2s/mUCH9u95swc/S220/eucartoon.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31255901.post-3485906512696515966</id><published>2008-02-23T19:09:00.001Z</published><updated>2008-02-23T19:11:51.493Z</updated><title type='text'>O Código de Contratos Públicos e o BIM</title><content type='html'>O Decreto-Lei n.º18/2008, de 29 de Janeiro, aprova o novo código dos contratos públicos (CCP).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este código, que entra em vigor a 29  de Julho, aposta fortemente nas novas tecnologias de informação, através de uma progressiva desmaterialização dos procedimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a questão que eu quero focar aqui é a da responsabilização dos projectistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O articulado prevê que os projectistas possam ser responsabilizados pelos erros e omissões dos seus projectos, até 3 vezes o valor dos seus honorários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podem, dizia eu? Não. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Serão responsabilizados&lt;/span&gt;!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Senão vejamos o que diz o Artigo 378.º:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;3 — O empreiteiro é responsável pelos trabalhos de suprimento de erros e omissões cuja detecção era exigível na fase de formação do contrato (…). &lt;br /&gt;4 — O empreiteiro é ainda responsável pelos trabalhos de suprimento de erros e omissões que, não sendo exigível que tivessem sido detectados na fase de formação do contrato (…) também não tenham sido por ele identificados no prazo de 30 dias a contar da data em lhe fosse exigível a sua detecção. &lt;br /&gt;(…)&lt;br /&gt;6 — Sem prejuízo do disposto nos números anteriores, caso os erros ou omissões decorram do incumprimento de obrigações de concepção assumidas por terceiros perante o dono da obra: &lt;br /&gt;a) Deve o dono da obra exercer obrigatoriamente o direito que lhe assista de ser indemnizado por parte destes terceiros; &lt;br /&gt;b) Fica o empreiteiro sub-rogado no direito de indemnização que assista ao dono da obra perante esses terceiros (...) &lt;br /&gt;7 — No caso previsto no número anterior, a responsabilidade dos terceiros perante o dono da obra ou o empreiteiro, quando fundada em título contratual, é limitada ao triplo dos honorários a que tenham direito ao abrigo do respectivo contrato(...) &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Repare-se que, apesar da obrigatoriedade por parte do dono de obra de exercer o direito de indemnização junto dos projectistas, mesmo que aquele não o faça, fá-lo-á o empreiteiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se houve uma altura para os gabinetes de projecto se começarem a preocupar seriamente com as imperfeições dos seus trabalhos, essa altura é agora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque, meus senhores, sem adoptar uma metodologia de projecto que garanta que se minimizam os erros e omissões, ou seja, um sistema que se baseie num modelo tridimensional que gera desenhos e medições automáticas, sem esse sistema, todos nós iremos rapidamente à falência a pagar os erros e omissões que inevitavelmente surgem em obra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais: Se querem ter um sistema capaz de lidar com esta nova realidade a partir de Julho, têm que começar agora mesmo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31255901-3485906512696515966?l=bimbalhices.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bimbalhices.blogspot.com/feeds/3485906512696515966/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31255901&amp;postID=3485906512696515966' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31255901/posts/default/3485906512696515966'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31255901/posts/default/3485906512696515966'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bimbalhices.blogspot.com/2008/02/o-cdigo-de-contratos-pblicos-e-o-bim.html' title='O Código de Contratos Públicos e o BIM'/><author><name>Miguel Krippahl</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Ivd9_xBMTIg/StxjhgU_a2I/AAAAAAAAA2s/mUCH9u95swc/S220/eucartoon.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31255901.post-348985829909071299</id><published>2008-02-18T16:42:00.003Z</published><updated>2008-02-18T16:46:13.823Z</updated><title type='text'>Freespeech - o Fim do CAD</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_Ivd9_xBMTIg/R7m1wt0W_wI/AAAAAAAAAUo/Xat_jc488ps/s1600-h/2260735658_114aa106d6_o.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp3.blogger.com/_Ivd9_xBMTIg/R7m1wt0W_wI/AAAAAAAAAUo/Xat_jc488ps/s320/2260735658_114aa106d6_o.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5168361895921909506" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amanhã, no &lt;a href="http://info-freespeech.blogspot.com/2008_02_01_archive.html"&gt;freespeech&lt;/a&gt;, no Estaleiro do Naval Rocha do Conde de Óbidos, em Lisboa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para quem me quiser aturar....&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31255901-348985829909071299?l=bimbalhices.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bimbalhices.blogspot.com/feeds/348985829909071299/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31255901&amp;postID=348985829909071299' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31255901/posts/default/348985829909071299'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31255901/posts/default/348985829909071299'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bimbalhices.blogspot.com/2008/02/freespeech-o-fim-do-cad.html' title='Freespeech - o Fim do CAD'/><author><name>Miguel Krippahl</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Ivd9_xBMTIg/StxjhgU_a2I/AAAAAAAAA2s/mUCH9u95swc/S220/eucartoon.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_Ivd9_xBMTIg/R7m1wt0W_wI/AAAAAAAAAUo/Xat_jc488ps/s72-c/2260735658_114aa106d6_o.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31255901.post-6578022858453231288</id><published>2008-02-11T18:52:00.001Z</published><updated>2008-02-11T18:56:36.285Z</updated><title type='text'>O BIM e os mundos virtuais</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_Ivd9_xBMTIg/R7CaX90W_mI/AAAAAAAAATg/w6xYqEOFDRU/s1600-h/4.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp3.blogger.com/_Ivd9_xBMTIg/R7CaX90W_mI/AAAAAAAAATg/w6xYqEOFDRU/s400/4.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5165798509115801186" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito tem sido escrito sobre as potencialidades de plataformas&lt;br /&gt;virtuais como o Second Life aplicadas ao ensino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, raras serão as áreas em que o Second Life apresenta maior&lt;br /&gt;potencial do que no ensino da arquitectura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde logo, porque se desenrola num ambiente tridimensional, à&lt;br /&gt;semelhança da arquitectura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas também porque se revela uma excelente plataforma colaborativa,&lt;br /&gt;onde os alunos podem desenvolver trabalhos em grupo, tanto entre&lt;br /&gt;colegas do mesmo curso como entre cursos distintos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalmente, mas não de menos importância, porque permite que os&lt;br /&gt;alunos vejam os seus trabalhos avaliados por entidades externas à&lt;br /&gt;Universidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estes últimos dois factores suprimem, em larga medida, uma&lt;br /&gt;deficiência crónica dos projectos de arquitectura desenvolvidos em&lt;br /&gt;universo académico. Pela primeira vez temos as ferramentas para&lt;br /&gt;emular a realidade profissional, permitindo aos nossos alunos&lt;br /&gt;trabalhar com outras especialidades e para outras entidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por estas razões, e também porque o curso de arquitectura do Polo de&lt;br /&gt;Viseu da Universidade Católica Portuguesa integra desde o início o&lt;br /&gt;recurso ás novas tecnologias de informação e comunicação, decidimos&lt;br /&gt;criar um espaço no Second Life onde os alunos pudessem desenvolver os&lt;br /&gt;trabalhos de várias cadeiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o patrocínio da &lt;a href="http://www.infor.pt"&gt;Infor&lt;/a&gt; foi possível adquirir uma &lt;a href="http://slurl.com/secondlife/Arquitectura%20da%20Catolica/"&gt;ilha&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa primeira fase foi criado um grupo de voluntários para&lt;br /&gt;desenvolver o espaço virtual onde as actividades lectivas irão decorrer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, o Fernando Vale, Fernando Silva, Rafael Cordeiro e Paulo Melo&lt;br /&gt;desenvolveram 5 propostas à escala para o que poderia ser a ilha.&lt;br /&gt;Estas propostas foram amplamente discutidas e votadas, no sentido de&lt;br /&gt;se encontrar uma solução o mais adequada possível para o programa e&lt;br /&gt;as condicionantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este processo encontra-se amplamente documentado no &lt;a href="http://secondlife-ucp.blogspot.com/"&gt;blog de trabalho&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma vez escolhidas as soluções (procurou-se aproveitar o que havia de&lt;br /&gt;melhor das 5 propostas) os alunos avançaram para a construção da ilha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De notar que o programa, também desenvolvido em parceria com os&lt;br /&gt;alunos, aponta para um espaço amplo, eminentemente vocacionado para&lt;br /&gt;proporcionar aos restantes alunos condições para modelar os trabalhos&lt;br /&gt;que se irão seguir, estando também previstos vários espaços dedicados&lt;br /&gt;a auditório, exposição, repositório de materiais e patrocinador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O culminar desta fase irá acontecer no próximo dia 14 de Fevereiro,&lt;br /&gt;pelas 18.00h, com a inauguração oficial da ilha, a decorrer em&lt;br /&gt;simultâneo no Second Life e no Auditório Engrácia Carrilho em Viseu,&lt;br /&gt;a propósito da &lt;a href="http://www.arquitectura-ucp.com/diacurso/openhouse.asp"&gt;Festa da Arquitectura&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cientes da responsabilidade que acarreta sermos o primeiro curso de&lt;br /&gt;arquitectura em Portugal ( e dos primeiros no mundo) a desenvolver&lt;br /&gt;trabalho de investigação no Second Life, estamos certos que a&lt;br /&gt;experiência será extremamente enriquecedora para o currículo do curso&lt;br /&gt;e o percurso académico dos alunos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31255901-6578022858453231288?l=bimbalhices.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bimbalhices.blogspot.com/feeds/6578022858453231288/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31255901&amp;postID=6578022858453231288' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31255901/posts/default/6578022858453231288'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31255901/posts/default/6578022858453231288'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bimbalhices.blogspot.com/2008/02/o-bim-e-os-mundos-virtuais.html' title='O BIM e os mundos virtuais'/><author><name>Miguel Krippahl</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Ivd9_xBMTIg/StxjhgU_a2I/AAAAAAAAA2s/mUCH9u95swc/S220/eucartoon.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_Ivd9_xBMTIg/R7CaX90W_mI/AAAAAAAAATg/w6xYqEOFDRU/s72-c/4.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31255901.post-2133000514389849569</id><published>2008-01-04T14:34:00.000Z</published><updated>2008-01-04T16:17:28.401Z</updated><title type='text'>Tendências</title><content type='html'>Tenho estado ausente, por uma série de razões, que ficarão resolvidas em breve.&lt;br /&gt;De qualquer maneira, queria partilhar convosco esta pesquisa feita no &lt;a href="http://www.google.com/trends"&gt;Google trends&lt;/a&gt;:&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_Ivd9_xBMTIg/R35EY4xT4PI/AAAAAAAAAOk/wiwIFkMHN7E/s1600-h/Imagem1.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp2.blogger.com/_Ivd9_xBMTIg/R35EY4xT4PI/AAAAAAAAAOk/wiwIFkMHN7E/s400/Imagem1.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5151630218105184498" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Revit a subir.&lt;br /&gt;Microstation e Vectorworks a descer.&lt;br /&gt;Archicad estável, a liderar (por enquanto).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também é bastante interessante comparar os resultados por paises. Tanto no caso do Revit como do Archicad, Portugal aparece no grupo dos 10 paises que mais usam o Google para procurar informação sobre estes dois produtos.&lt;br /&gt;Tendo em conta o tamanho do nosso país, dá que pensar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_Ivd9_xBMTIg/R35bkoxT4RI/AAAAAAAAAO0/65rLHLo8FRA/s1600-h/Imagem1.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp1.blogger.com/_Ivd9_xBMTIg/R35bkoxT4RI/AAAAAAAAAO0/65rLHLo8FRA/s400/Imagem1.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5151655708736086290" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_Ivd9_xBMTIg/R35byIxT4SI/AAAAAAAAAO8/J-3RCfk9axc/s1600-h/Imagem2.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp3.blogger.com/_Ivd9_xBMTIg/R35byIxT4SI/AAAAAAAAAO8/J-3RCfk9axc/s400/Imagem2.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5151655940664320290" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31255901-2133000514389849569?l=bimbalhices.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bimbalhices.blogspot.com/feeds/2133000514389849569/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31255901&amp;postID=2133000514389849569' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31255901/posts/default/2133000514389849569'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31255901/posts/default/2133000514389849569'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bimbalhices.blogspot.com/2008/01/tendncias.html' title='Tendências'/><author><name>Miguel Krippahl</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Ivd9_xBMTIg/StxjhgU_a2I/AAAAAAAAA2s/mUCH9u95swc/S220/eucartoon.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_Ivd9_xBMTIg/R35EY4xT4PI/AAAAAAAAAOk/wiwIFkMHN7E/s72-c/Imagem1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31255901.post-3382503917268367471</id><published>2007-10-08T08:58:00.000+01:00</published><updated>2007-10-08T08:59:28.115+01:00</updated><title type='text'>Para quando o fim do papel?</title><content type='html'>Uma das promessas que o BIM nos faz é o fim do papel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fim do papel no sentido do projecto passar a ser uma base de dado tridimensional, em que toda a informação pertinente se encontra embebida no modelo virtual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na realidade, acontece algo semelhante ao que sucedeu com os processadores de texto. Todos pensávamos que o texto digital iria tornar o papel obsoleto, quando na realidade se passou a gastar muito mais papel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em parte, tal facto se deveu a que a maioria das pessoas estava habituada a ler textos em papel, e não ter ainda o treino de os ler no ecrã. A primeira coisa que qualquer pessoa fazia quando recebia um texto em formato digital – ou mesmo quando escrevia um no computador – era imprimi-lo, pois doutro modo não o conseguia entender.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O hiper texto mudou esta atitude, proporcionando um formato de texto muito mais rico que o analógico, logo, não passível de ser impresso sem perder propriedades. Hoje em dia são já raras as pessoas que não conseguem ler um texto no monitor de computador, ou que necessitam de o imprimir para verificar os erros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um bom exemplo é o e-mail. Todos temos vastos arquivos de correio electrónico, mas raramente nos damos ao trabalho de os imprimir, mesmo os mais extensos.&lt;br /&gt;O que há poucos anos parecia impensável – a existência do texto em formato exclusivamente digital – tornou-se uma realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto aos projectos a coisa caminha na mesma direcção. Inicialmente, os desenhos CAD eram meras reproduções dos desenhos em papel, pelo que o seu objectivo último era serem impressos. Os bits queriam ser átomos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na euforia do advento do modelo digital, há mais de 25 anos (O termo BIM tem apenas 5 anos, mas muitos de nós já faziam BIM dezenas de anos antes de alguém se lembrar de lhes atribuir esse nome) julgou-se que os papéis iriam desaparecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um pouco como nos textos, os desenhos em papel não só não desapareceram, como aumentaram exponencialmente. Ninguém aceitava ver os desenhos ou o modelo em formato digital, exigindo os desenhos plotados, e, eventualmente, uns ficheiros em CD para irem para o arquivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, o modelo virtual do edifício, à semelhança do hiper-texto, é muito mais rico em informação do que aquilo que acaba por ser impresso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A frustração de quem faz deste modelo a sua base de trabalho é grande. Nunca, ninguém, em nenhuma circunstância, me pediu o modelo virtual do projecto. Continuo a ter que preparar todos os desenhos meticulosamente, plantas, cortes, alçados, pormenores construtivos, mapas de vãos, sendo que essa informação se encontra já embebida no meu modelo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qual será a sensação quando, um dia, um cliente meu me peça “apenas” o modelo tridimensional, prescindindo de todos os desenhos? Quanto trabalho desnecessário irei poupar? Quão mais fácil ficará a interpretação do projecto em obra?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem sei que esse momento não está ao virar da esquina, mas tenho esperança que, á semelhança dos textos, a mudança seja gradual e imperceptível e que, um dia, nos apercebamos que os papeis se foram.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31255901-3382503917268367471?l=bimbalhices.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bimbalhices.blogspot.com/feeds/3382503917268367471/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31255901&amp;postID=3382503917268367471' title='39 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31255901/posts/default/3382503917268367471'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31255901/posts/default/3382503917268367471'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bimbalhices.blogspot.com/2007/10/para-quando-o-fim-do-papel.html' title='Para quando o fim do papel?'/><author><name>Miguel Krippahl</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Ivd9_xBMTIg/StxjhgU_a2I/AAAAAAAAA2s/mUCH9u95swc/S220/eucartoon.jpg'/></author><thr:total>39</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31255901.post-4437847366777000808</id><published>2007-08-16T11:34:00.000+01:00</published><updated>2007-08-16T11:35:30.452+01:00</updated><title type='text'>Depressa e bem não há quem</title><content type='html'>Embora não costume dar grande crédito a ditados, neste caso demonstra bem o sentimento dominante quanto à qualidade das coisas executadas rapidamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando entramos no campo do design, e mais especificamente ainda no design de objectos complexos como edifícios, manda a tradição que o projecto é uma actividade ponderada, morosa, penosa, até mesmo sofrida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanto por razões artísticas – a inspiração não se apressa -  como técnicas, o desenvolvimento de um projecto tem os seus timings próprios, que não se compadecem com eventuais urgências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, para a maioria dos arquitectos, um projecto executado rapidamente equivale a um projecto mal executado. Depressa e bem não há quem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na minha desconfiança natural quanto a verdades insofismáveis, dogmas e outras certezas partilhadas pela maioria, gostaria de questionar este princípio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque é que não é possível executar um projecto de arquitectura rapidamente?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque a inspiração demora tempo? Mas são as mesmas pessoas que também defendem que o projecto é 10% inspiração e 90% transpiração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque as soluções arquitectónicas visam resolver equações complexas, de múltiplas variáveis, algumas delas só discerníveis durante o próprio projecto? Mas há muitas outras actividades, como o futebol, o xadrez, os desportos de combate, que vivem de decisões instantâneas ou rápidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É certo que um projecto de arquitectura não é um combate de box, mas será assim tão diferente, no pesar das condicionantes, optar pelas alternativas e escolher a melhor opção de momento em momento?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parece-me que a ideia do projecto ponderado e lento advém maioritariamente do facto que, até recentemente, a tecnologia empregue na sua execução ter mais de 500 anos.&lt;br /&gt;O arquitecto usou o lápis, o papel e a balsa como instrumentos principais na resolução de problemas arquitectónicos. Não porque estas ferramentas fossem as mais adequadas, mas porque eram as mais adequadas que existiam na altura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O seu uso condicionou inevitavelmente as metodologias de trabalho. E estas metodologias, por serem baseadas em ferramentas de baixa rentabilidade, tecnologicamente pouco sofisticadas, eram necessariamente lentas no seu desenvolvimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escavar um buraco com uma pá demora mais do que com um bulldozer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste cenário, executar um projecto depressa significava sempre atalhar, queimar etapas, atamancar. Por isso, sería eventualmente legítimo afirmar que, nessa altura, depressa e bem não havia quem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o paradigma de produção está a mudar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As ferramentas informáticas disponibilizadas estão a induzir na prática projectual aquilo que a mecanização e depois a robotização fizeram à indústria: Maior rapidez, menor custo e, na maioria dos casos, maior qualidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O uso do computador na assistência à concepção do projecto (e não como mera prancheta digital) permite actualmente acelerar significativamente a tomada de decisões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O modelo digital, desenvolvido desde os primeiros momentos, serve para testar soluções, partilhar informação com terceiros – clientes e colaboradores – estimar custos, verificar o cumprimento de regulamentos, tudo em tempo real e de um modo quase instantâneo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste enquadramento, qual a vantagem de demorar demasiado tempo a executar um projecto?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliás, não será a espontaneidade das primeiras ideias – que muitas vezes se perde durante a morosa execução do projecto – tão ou mais preciosa que a alegada maturidade das soluções?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem não sentiu que as ideias iniciais se esvaem entre os dedos com o andar do projecto, substituídas por soluções forçadas e desinteressantes?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A evolução do software de design arquitectónico aponta para que, num futuro próximo, seja possível proceder a todas as verificações de um modo automático, seja o cumprimento de legislação construtiva (e nós sabemos o quanto ela condiciona a arquitectura), a perfeita simbiose entre as várias especialidades, a real participação dos clientes nas tomadas de decisão, as estimativas rigorosas de custo de obra em qualquer fase do projecto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também o hardware tem caminhado para um interface mais intuitivo. Monitores cada vez maiores, input devices mais naturais para o projectista, computadores com capacidade de processamento e armazenamento cada vez maiores e mais velozes, irão contribuir para tornar estas ferramentas cada vez mais uma extensão do nosso cérebro.&lt;br /&gt;Projectos que demoravam antes meses a concluir demoram agora semanas. Dentro de pouco tempo demorarão dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É previsível que a nossa geração de arquitectos ainda venha a trabalhar com tecnologia que permita desenvolver projectos em horas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para quem ficar agarrado a antigos conceitos, aplicando juízos baseados em tecnologias menos sofisticadas a novos métodos de trabalho, esta rapidez significará inevitavelmente a ruína da arquitectura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para quem entender que se trata de uma mudança de paradigma de produção, a informatização do processo de projecto apresenta-se como uma imensa oportunidade de inovação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro passo é entender que é possível executar algo depressa e bem. Depende apenas da metodologia de trabalho.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31255901-4437847366777000808?l=bimbalhices.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bimbalhices.blogspot.com/feeds/4437847366777000808/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31255901&amp;postID=4437847366777000808' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31255901/posts/default/4437847366777000808'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31255901/posts/default/4437847366777000808'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bimbalhices.blogspot.com/2007/08/depressa-e-bem-no-h-quem.html' title='Depressa e bem não há quem'/><author><name>Miguel Krippahl</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Ivd9_xBMTIg/StxjhgU_a2I/AAAAAAAAA2s/mUCH9u95swc/S220/eucartoon.jpg'/></author><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31255901.post-8760718148049263991</id><published>2007-06-26T16:08:00.001+01:00</published><updated>2007-06-26T16:09:01.479+01:00</updated><title type='text'>Conseguem ver onde isto vai parar?</title><content type='html'>Conseguem ver onde isto vai parar?&lt;br /&gt;Conseguem imaginar o que isto significa para nós?&lt;br /&gt;Eu consigo...&lt;br /&gt;&lt;embed src="http://services.brightcove.com/services/viewer/federated_f8/607757611" bgcolor="#FFFFFF" 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href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31255901&amp;postID=8760718148049263991' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31255901/posts/default/8760718148049263991'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31255901/posts/default/8760718148049263991'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bimbalhices.blogspot.com/2007/06/conseguem-ver-onde-isto-vai-parar.html' title='Conseguem ver onde isto vai parar?'/><author><name>Miguel Krippahl</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Ivd9_xBMTIg/StxjhgU_a2I/AAAAAAAAA2s/mUCH9u95swc/S220/eucartoon.jpg'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31255901.post-3361717591018903730</id><published>2007-06-14T10:49:00.000+01:00</published><updated>2007-06-14T11:19:14.222+01:00</updated><title type='text'>Trabalhos de alunos</title><content type='html'>Tenho andado com pouco tempo para postar aqui, em parte por causa das avaliações finais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como compensação, deixo aqui três trabalhos executados por alunos meus, no âmbito da cadeira Multimédia do 4.º ano de arquitectura, baseados em projectos de outras cadeiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais uma vez se confirma que os alunos rápidamente superam o mestre...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="350"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/cBuG84cvWl8"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/cBuG84cvWl8" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="350"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/3yvgNmwHglg"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/3yvgNmwHglg" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="350"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/k3YbIajTTyc"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/k3YbIajTTyc" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31255901-3361717591018903730?l=bimbalhices.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bimbalhices.blogspot.com/feeds/3361717591018903730/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31255901&amp;postID=3361717591018903730' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31255901/posts/default/3361717591018903730'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31255901/posts/default/3361717591018903730'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bimbalhices.blogspot.com/2007/06/trabalhos-de-alunos.html' title='Trabalhos de alunos'/><author><name>Miguel Krippahl</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Ivd9_xBMTIg/StxjhgU_a2I/AAAAAAAAA2s/mUCH9u95swc/S220/eucartoon.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31255901.post-7476863240712224023</id><published>2007-05-28T09:19:00.001+01:00</published><updated>2007-05-28T09:21:55.119+01:00</updated><title type='text'>Second Life 01</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_Ivd9_xBMTIg/RlqQnKATMZI/AAAAAAAAAHc/f4d_qOX-wxo/s1600-h/491399790_b3651fc735.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp3.blogger.com/_Ivd9_xBMTIg/RlqQnKATMZI/AAAAAAAAAHc/f4d_qOX-wxo/s320/491399790_b3651fc735.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5069523332933824914" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;img src="file:///C:/DOCUME%7E1/MIGUEL%7E1/DEFINI%7E1/Temp/moz-screenshot.jpg" alt="" /&gt;&lt;img src="file:///C:/DOCUME%7E1/MIGUEL%7E1/DEFINI%7E1/Temp/moz-screenshot-1.jpg" alt="" /&gt;&lt;img src="file:///C:/DOCUME%7E1/MIGUEL%7E1/DEFINI%7E1/Temp/moz-screenshot-2.jpg" alt="" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="_ctl0_MainContent_PostFlatView"&gt;&lt;span&gt;No dia 29 de Maio ás 10.00 AM PST (acho que dá 18.00 GMT), vai haver uma conferência no Second Life sobre &lt;b&gt;Using Second Life as Part of Your Architectural Practice&lt;/b&gt;, na ilha da Autodesk.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta conferência, proferida pelo arquitecto Keystone Bouchard, pretende abordar questões relacionadas com o uso da plataforma SL (opto por usar o tremo 'plataforma' e não 'jogo') como complemento à prática profissional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O SLurl é &lt;a target="_blank" title="http://slurl.com/secondlife/Autodesk/118/118/23/?title=Autodesk%20island" href="http://slurl.com/secondlife/Autodesk/118/118/23/?title=Autodesk%20island"&gt;este&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;Para ter acesso á conferência é preciso fazer o registo, criar um avatar e descarregar o software, tudo gratuito.&lt;br /&gt;Para quem ainda não o tem, vá &lt;a target="_blank" title="https://secure-web5.secondlife.com/join/" href="https://secure-web5.secondlife.com/join/"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguma informação sobre este evento pde ser descarregada &lt;a target="_blank" title="http://archsl.wordpress.com/2007/05/24/may-29th-10am-second-life-and-architectural-practice/" href="http://archsl.wordpress.com/2007/05/24/may-29th-10am-second-life-and-architectural-practice/"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto á ligação do BIM com o second Life, estou a planear um post assim que tiver as ideias em ordem :)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lá nos veremos :)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31255901-7476863240712224023?l=bimbalhices.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bimbalhices.blogspot.com/feeds/7476863240712224023/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31255901&amp;postID=7476863240712224023' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31255901/posts/default/7476863240712224023'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31255901/posts/default/7476863240712224023'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bimbalhices.blogspot.com/2007/05/second-life-01.html' title='Second Life 01'/><author><name>Miguel Krippahl</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Ivd9_xBMTIg/StxjhgU_a2I/AAAAAAAAA2s/mUCH9u95swc/S220/eucartoon.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' 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/&gt;A título de exemplo, apresento um exercício concreto realizado na cadeira do 3.º ano, ou seja, a meio do percurso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos alunos foi dado um programa teórico, que consistia num loteamento fictício, esquemático, onde cada aluno iria construir a sua habitação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como metodologia de projecto, os alunos foram desaconselhados (mas não proibidos) de usar qualquer suporte analógico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O factor determinante deste exercício foi que cada projecto, embora desenvolvido individualmente, estivesse residente numa base de dados comum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sendo que os computadores do Laboratório de Informática de Arquitectura se encontram ligados em rede, cada aluno trabalhava numa cópia local, fazendo frequentemente o upload dos seus dados para o ficheiro central, e também o download dos trabalhos dos colegas a partir desse ficheiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tornou-se assim possível ter 14 alunos a trabalharem simultaneamente sobre uma base comum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conforme tinha sido pressuposto, foi possível verificar que os trabalhos se foram influenciando mutuamente com o desenvolver dos projectos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este exercício, para além de simular e estimular o trabalho colaborativo entre arquitectos, pretendeu demonstrar que o conceito de bases de dados digitais aplicadas à arquitectura significa necessariamente uma redefinição na arte de projectar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31255901-365790801693950683?l=bimbalhices.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bimbalhices.blogspot.com/feeds/365790801693950683/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31255901&amp;postID=365790801693950683' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31255901/posts/default/365790801693950683'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31255901/posts/default/365790801693950683'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bimbalhices.blogspot.com/2007/05/o-bim-na-universidade.html' title='O BIM na Universidade'/><author><name>Miguel Krippahl</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Ivd9_xBMTIg/StxjhgU_a2I/AAAAAAAAA2s/mUCH9u95swc/S220/eucartoon.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31255901.post-2856991386769715098</id><published>2007-04-25T11:00:00.000+01:00</published><updated>2007-04-25T11:17:22.590+01:00</updated><title type='text'>Mestrado em BIM</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_Ivd9_xBMTIg/Ri8pEz79CQI/AAAAAAAAAEM/d09M3-ydJ-Y/s1600-h/pd.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp1.blogger.com/_Ivd9_xBMTIg/Ri8pEz79CQI/AAAAAAAAAEM/d09M3-ydJ-Y/s320/pd.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5057306069198244098" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Irá realizar-se no próximo ano lectivo um Mestrado em Projecto Digital no &lt;a href="http://www.arquitectura-ucp.com/"&gt;Pólo de Viseu da Universidade Católica Portuguesa&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mestrado em Projecto Digital tem por objectivo criar especialistas com fundamentos teóricos e conhecimentos práticos em gestão de bases de dados tridimensionais – Edifício Virtual-BIM, Programação e Comunicação Multimédia, como ferramentas fundamentais a serem utilizadas na prática projectual.  &lt;p&gt;O curso de mestrado é constituído por uma parte curricular, durante dois semestres lectivos, constituida por 3 módulos, e pela elaboração de uma dissertação, a apresentar e defender publicamente.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Módulo I - Modelação da Informação do Edifício Virtual - BIM&lt;br /&gt;Módulo II – Programação e Computação para a Arquitectura&lt;br /&gt;Módulo III - Comunicação e Multimédia&lt;/p&gt;Como coordenador adjunto, a minha opinião será um pouco suspeita.&lt;br /&gt;No entanto, considero este mestrado bastante interessante, uma vez que comporta uma componente prática passível de melhorar substancialmente os procedimentos  projectuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fica &lt;a href="http://www.arquitectura-ucp.com/curso/especializacoes2.asp"&gt;aqui&lt;/a&gt; o programa resumido, ou então &lt;a href="http://www.arquitectura-ucp.com/curso/images/mestrado_pdigital_programa.pdf"&gt;aqui&lt;/a&gt; o programa completo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31255901-2856991386769715098?l=bimbalhices.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bimbalhices.blogspot.com/feeds/2856991386769715098/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31255901&amp;postID=2856991386769715098' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31255901/posts/default/2856991386769715098'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31255901/posts/default/2856991386769715098'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bimbalhices.blogspot.com/2007/04/mestrado-em-bim.html' title='Mestrado em BIM'/><author><name>Miguel Krippahl</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Ivd9_xBMTIg/StxjhgU_a2I/AAAAAAAAA2s/mUCH9u95swc/S220/eucartoon.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_Ivd9_xBMTIg/Ri8pEz79CQI/AAAAAAAAAEM/d09M3-ydJ-Y/s72-c/pd.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31255901.post-1452464217946004004</id><published>2007-04-05T10:34:00.000+01:00</published><updated>2007-04-05T10:36:18.977+01:00</updated><title type='text'>Um exemplo BIM</title><content type='html'>Para que este blog não seja só teoria, o filme em anexo representa um projecto recente, em fase de estudo prévio para concurso, em que todos os desenhos técnicos, quantidades e ilustrações foram directamente retirados de uma mesma base de dados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="350"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Aykh8-KoX4A"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/Aykh8-KoX4A" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31255901-1452464217946004004?l=bimbalhices.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bimbalhices.blogspot.com/feeds/1452464217946004004/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31255901&amp;postID=1452464217946004004' title='15 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31255901/posts/default/1452464217946004004'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31255901/posts/default/1452464217946004004'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bimbalhices.blogspot.com/2007/04/um-exemplo-bim.html' title='Um exemplo BIM'/><author><name>Miguel Krippahl</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Ivd9_xBMTIg/StxjhgU_a2I/AAAAAAAAA2s/mUCH9u95swc/S220/eucartoon.jpg'/></author><thr:total>15</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31255901.post-8676237136739051684</id><published>2007-03-09T08:43:00.000Z</published><updated>2007-03-09T13:20:43.904Z</updated><title type='text'>O BIM e o CAD</title><content type='html'>A propósito do post o &lt;a href="http://bimbalhices.blogspot.com/2007/03/o-bim-e-os-empreiteiros.html"&gt;BIM e os Empreiteiros&lt;/a&gt;, em que se conjectura sobre o intitulado "BIM-um caso de insucesso" da Mota-Engil, gostaria de me debruçar um pouco mais sobre as raízes desse insucesso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há cerca de dois anos tomei conhecimento de outro caso de insucesso, desta vez na área do projecto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um gabinete de projectos alemão, com cerca de 10 arquitectos, decidiu avançar para a metodologia BIM.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliás, um dos (2) sócios decidiu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fez-se uma prospecção do mercado, adquiriu-se o software, fez-se a formação necessária e começaram a implementar a metodologia em projectos piloto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Volvido um ano, tudo continuava na mesma. Todos os arquitectos, sem excepção, continuavam agarrados ao velho software 2D, o tal AutoBAD presumo, e ninguém sentia-se realmente à vontade para mudar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eis que um dos sócios trava contacto com um aficcionado do BIM, um envangelista (eles andem aí), que acabou por contagiá-lo com o entusiasmo pela base de dados 3D e todas as suas virtudes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos nós reconhecemos (se calhar no espelho) este género de figurões, que não se calam com o BIM, e estão sempre a falar sobre ele, talvez até a escrever blogs e porcarias do género...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adiante. Contagiado com o entusiasmo, este sócio acabou por galvanizar os seus trabalhadores, e volvido outro ano, metade dos arquitectos daquele gabinete já trabalhavam com base no BIM.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A conclusão: Não se trata de software, hardware, vontade ou discernimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trata-se de paixão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E porquê? Tendo em conta que o BIM traz tantos benefícios, claros, à produção de projectos, porque é que isso não é suficiente para fazer mudar os hábitos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O CAD aliás é disso um bom exemplo. A mudança do estirador para a prancheta electrónica foi rápida e consensual, se comparado com o que se passa com o BIM. Afinal, o tal BIM já existe, numa forma ou noutra, há mais de 20 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na minha modesta opinião, a diferença principal é que o BIM ainda não cumpre com o prometido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tal base de dados tridimensional, integrada, paramétrica, ainda não existe de forma a poder ser trabalhada pelos projectistas, empreiteiros e afins de um modo seguro e eficiente, como se passa com a prancheta electrónica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto mais gente trabalha com o BIM, mais se descobrem as fraquezas das plataformas actuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os fabricantes de software andam a prometer o céu, mas os &lt;a href="http://bimx.blogspot.com/2007/02/job-openings-building-information.html"&gt;utilizadores mais avançados&lt;/a&gt; têm vindo a descobrir que afinal o quadro não é tão cor de rosa como o pintam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por causa disto, é necessário qua haja gente realmente entusiasmada com o BIM, que esteja disposta a suportar todos os seus problemas, que use o software ao seu limite e force assim os fabricantes a aperfeiçoar esse software.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31255901-8676237136739051684?l=bimbalhices.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bimbalhices.blogspot.com/feeds/8676237136739051684/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31255901&amp;postID=8676237136739051684' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31255901/posts/default/8676237136739051684'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31255901/posts/default/8676237136739051684'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bimbalhices.blogspot.com/2007/03/o-bim-e-o-cad.html' title='O BIM e o CAD'/><author><name>Miguel Krippahl</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Ivd9_xBMTIg/StxjhgU_a2I/AAAAAAAAA2s/mUCH9u95swc/S220/eucartoon.jpg'/></author><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31255901.post-7395959341543361027</id><published>2007-02-24T16:31:00.000Z</published><updated>2007-02-24T16:42:06.877Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='renderings'/><title type='text'>O BIM e os renderings</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_Ivd9_xBMTIg/ReBosxQa7fI/AAAAAAAAADo/jDUvucKLP-4/s1600-h/rendering.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5035139501745958386" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_Ivd9_xBMTIg/ReBosxQa7fI/AAAAAAAAADo/jDUvucKLP-4/s320/rendering.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A confusão entre BIM e renderings é frequente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Principalmente para os detractores do BIM, este é normalmente apontado como sendo apenas um método de fabrico de imagens de síntese, para consumo de massas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa comparação só pode ser fundamentada na ignorância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se há algo para o qual o BIM não é o mais indicado, será certamente para produzir imagens de síntese.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Senão vejamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O modelo integrado (edifício virtual) que desenvolvemos destina-se a: &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Produção automática de desenhos&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Como tal, há que incorporar informação gráfica bi-dimensional, por exemplo os conteúdos das paredes em planta, e informações textuais, por exemplo legendas. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Verificação térmica/acústica/solar/segurança etc&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Para poder testar o nosso modelo nessas vertentes, temos que introduzir dados relevantes, como seja a inércia e resistência térmica dos materiais, peso, classe de incêndio e muitos outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Compatibilização das várias especialidades&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Para garantir que todas as especialidades convivem no mesmo modelo, sem colidirem, temos que modelar tudo o que se vê e o que não se vê, por exemplo a estrutura resistente, as redes de águas e eléctricas, o AVAC, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Quantificação&lt;/strong&gt;. Para retirar do nosso modelo medições e orçamentos, temos que introduzir preços unitários, tipos de trabalhos, e outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todas as informações acima referidas não têm qualquer utilidade para produzir renderings. As tais imagens de síntese não carecem de preços, resistência térmica, tubos de esgoto, cotas, e tantos outros dados fundamentais para o modelo BIM.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por tudo isto, utilizar uma metodologia de modelação BIM para produzir renderings seria um disparate, uma perca de tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também por isso, reduzir o BIM à apresentação de renderings é, no mínimo, fruto de uma enorme ignorância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora só para baralhar: Apesar do BIM não ser adequado para modelar com o intuito de produzir imagens de síntese, tal não significa que não possamos utilizar o modelo BIM para retirar dele imagens fotorealistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No fundo, embora o objectivo da arquitectura não seja dar imagens bonitas (espero), isso não significa que não possamos fotografar os edifícios.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31255901-7395959341543361027?l=bimbalhices.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bimbalhices.blogspot.com/feeds/7395959341543361027/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31255901&amp;postID=7395959341543361027' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31255901/posts/default/7395959341543361027'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31255901/posts/default/7395959341543361027'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bimbalhices.blogspot.com/2007/02/o-bim-e-os-renderings.html' title='O BIM e os renderings'/><author><name>Miguel Krippahl</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Ivd9_xBMTIg/StxjhgU_a2I/AAAAAAAAA2s/mUCH9u95swc/S220/eucartoon.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_Ivd9_xBMTIg/ReBosxQa7fI/AAAAAAAAADo/jDUvucKLP-4/s72-c/rendering.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31255901.post-2838000940509917603</id><published>2007-01-20T19:21:00.000Z</published><updated>2007-01-20T19:25:06.927Z</updated><title type='text'>Eu tenho um sonho...</title><content type='html'>Com mais de sete anos de experiência com uso intensivo de software BIM na concepção arquitectónica, vivo à espera que os seus fabricantes cumpram as promessas de amanhãs que cantam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das promessas, talvez a que mais me tem seduzido, é a do orçamento instantâneo, em tempo real, conforme o projecto vais sendo modelado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cada instante, a cada inserção de cada elemento, o software vai adicionando os custos parciais e, numa simples janela, localizada num canto qualquer do monitor, exibe o resultado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imaginem o impacto que esta pequena janela teria na concepção dos projectos, na própria arquitectura que se pratica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O desenho está aqui. Falta apenas aos senhores programadores fazerem o resto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_Ivd9_xBMTIg/RbJsV4qmWKI/AAAAAAAAAAM/DW2rf8VcJMg/s1600-h/custo.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://bp1.blogger.com/_Ivd9_xBMTIg/RbJsV4qmWKI/AAAAAAAAAAM/DW2rf8VcJMg/s320/custo.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5022195657715636386" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31255901-2838000940509917603?l=bimbalhices.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bimbalhices.blogspot.com/feeds/2838000940509917603/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31255901&amp;postID=2838000940509917603' title='19 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31255901/posts/default/2838000940509917603'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31255901/posts/default/2838000940509917603'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bimbalhices.blogspot.com/2007/01/eu-tenho-um-sonho.html' title='Eu tenho um sonho...'/><author><name>Miguel Krippahl</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Ivd9_xBMTIg/StxjhgU_a2I/AAAAAAAAA2s/mUCH9u95swc/S220/eucartoon.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_Ivd9_xBMTIg/RbJsV4qmWKI/AAAAAAAAAAM/DW2rf8VcJMg/s72-c/custo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>19</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31255901.post-4428307155572055793</id><published>2006-12-31T12:01:00.000Z</published><updated>2006-12-31T12:03:58.723Z</updated><title type='text'>O BIM e a Ordem dos Arquitectos</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Como arquitecto preocupado com as questões que relacionam as tecnologias de informação com a arquitectura, especialmente na vertente projecto/obra, tenho acompanhado atentamente as posições que a Ordem do Arquitectos vem tomando sobre o assunto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;E, resumidamente, a posição da OA quanto ao BIM, é esta:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Nada!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Se fizermos uma &lt;a href="http://arquitectos.pt/?no=555504"&gt;pesquisa&lt;/a&gt; no portal da OA, temos os seguintes resultados:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;              &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;BIM – 0&lt;br /&gt;Building information model – 0&lt;br /&gt;Modelo de informação do edifício – 0&lt;br /&gt;Desenho assistido por computador – 0&lt;br /&gt;Computador – 0&lt;br /&gt;CAD – uma data delas, mas nenhuma relacionada com CAD (bom motor de busca, este)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Podia continuar com outras palavras chave, mas penso que já dá para ter uma ideia qual a importância que a Ordem do Arquitectos atribui às tecnologias novas: &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;Zero.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;        &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Curiosamente, numa pesquisa mais selectiva (à pata), &lt;a href="http://novo.oasrs.org/conteudo/formacao/formacao.asp"&gt;encontrei&lt;/a&gt;, ao nível da formação contínua promovida pela secção regional do Sul, uma formação com o título sugestivo “Arquitectura e Internet”. Não existe nenhum programa, mas presumo que seja mais vocacionado para a apresentação (fazer web pages bonitinhas, brancas ou pretas, como é hábito dos arquitectos), e não sobre o uso da ferramenta informática na concepção arquitectónica.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Aliás, da consulta sistemática das publicações da OA, do programa dos vários Congressos e iniciativas, dos programas eleitorais, de toda a informação emanada da OA (que é muita), NUNCA encontrei uma única menção à questão do uso das ferramentas informáticas nos gabinetes de arquitectura, muito menos sobre o BIM.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Dirão, ou pensarão, alguns leitores:”Este gajo é parvo, lá porque tem um fetiche pelo BIM, pensa que a Ordem dos Arquitectos (com maiúsculas), que trata de coisas sérias e relevantes para os associados e para a sociedade, se deve preocupar com coisas tão comezinhas como a marca da lapiseira que cada gabinete usa.”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Bem, terão razão quanto ao parvo e ao fetiche, mas quanto à pertinência da matéria, sugiro um saltinho (à distância de um clique) ao &lt;a href="http://www.aia.org/ip_default"&gt;AIA – The American Institute of Architects&lt;/a&gt;, que criou um grupo de trabalho que se dedica exlusivamente ao BIM.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;" lang="EN-GB"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Nas palavras deles “&lt;i style=""&gt;The AIA will define a vision for the future of Integrated Practice and project delivery and will implement an action plan that will support our profession in meeting the emerging challenges of early collaboration and information sharing.&lt;/i&gt;”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Ou seja, a AIA entende que os arquitectos tem uma palavra a dizer sobre o modo como os projectos e as obras se irão desenvolver no futuro, e que essa palavra deve ser veiculada pela Associação da classe.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Porque é que a OA ignora por completo um tema que suas congéneres consideram fulcral para o futuro da profissão?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Dirão alguns que é uma questão de prioridades. Com problemas da magnitude que a OA tem que lidar, como seja a revisão do &lt;i style=""&gt;setentaitrêssetentaitrês&lt;/i&gt; (já oiço esta lenga-lenga há vinte anos, desculpem-me o cepticismo), o inquérito à arquitectura do séc. XX, os abusos urbanísticos, o sistema de admissão, a agenda para os associados, à OA não sobra tempo nem recursos para se dedicar a uma matéria que é periférica à prática e à sua missão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Talvez seja.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Para mim, não serão alheios os seguintes factos:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;        &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;- O BIM, assim como os computadores em geral, não interessam às gerações mais velhas de arquitectos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;- O BIM não interessa às Universidades, ou, mais especificamente, aos docentes das Universidades (gerações acima mencionadas).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;- Como tal, o BIM não interessa (por desconhecimento) aos alunos e recém licenciados.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;Mas, se ninguém se interessa por este problema, então é porque ele não existe (excepto para alguns fetichistas e para a American Association of Architects, que partilha a cama com as grandes casas de software).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Errado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Há outras profissões em Portugal, nomeadamente ligadas às engenharias, que estão bastante atentas ao desenvolvimento desta nova maneira de projectar/construir.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;        &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Há empresas de construção que começam a olhar para o BIM como um sistema a implementar no futuro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Como já disse &lt;a href="http://bimbalhices.blogspot.com/2006/10/evoluir-ou-morrer.html"&gt;antes&lt;/a&gt;, se os arquitectos não se envolverem activamente neste processo, outros o farão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Depois não se queixem por já não sermos necessários para nada…&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31255901-4428307155572055793?l=bimbalhices.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bimbalhices.blogspot.com/feeds/4428307155572055793/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31255901&amp;postID=4428307155572055793' title='14 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31255901/posts/default/4428307155572055793'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31255901/posts/default/4428307155572055793'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bimbalhices.blogspot.com/2006/12/o-bim-e-ordem-dos-arquitectos.html' title='O BIM e a Ordem dos Arquitectos'/><author><name>Miguel Krippahl</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Ivd9_xBMTIg/StxjhgU_a2I/AAAAAAAAA2s/mUCH9u95swc/S220/eucartoon.jpg'/></author><thr:total>14</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31255901.post-116704092037653684</id><published>2006-12-25T10:01:00.000Z</published><updated>2006-12-25T10:02:00.393Z</updated><title type='text'>Nemetschek compra Graphisoft</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: arial;"&gt;Qual presente natalício, a &lt;/span&gt;&lt;a style="font-family: arial;" href="http://www.nemetschek.com/"&gt;Nemetschek&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt; anunciou no dia 21 de Dezembro que irá comprar a maioria das acções da &lt;/span&gt;&lt;a style="font-family: arial;" href="http://www.graphisoft.com/"&gt;Graphisoft&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;span style="font-family: arial;"&gt;A Nemetschek é uma empresa alemã, que produz, entre outro software, o Allplan e o Vectorworks, dois produtos da área do BIM, com 170.000 utilizadores.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;span style="font-family: arial;"&gt;A Graphisoft é uma empresa Húngara, cujo produto principal é o ArchiCAD, com 100.000 utilizadores a nível mundial.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;span style="font-family: arial;"&gt;A Nemetschek &lt;/span&gt;&lt;a style="font-family: arial;" href="http://www.nemetschek.com/en/press/press.nsf/ir/61221163559.html"&gt;afirma&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt; que deixará a Graphisoft continuar a desenvolver os seus produtos de uma maneira autónoma.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;span style="font-family: arial;"&gt;"This is a very important strategic financial acquisition and we believe this will substantially increase our shareholder value," said Gerhard Weiss, CEO of Nemetschek AG. "It is our intention that Graphisoft will retain its own identity and continue its strong corporate culture and distributor network which is driving its success."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;span style="font-family: arial;"&gt;A Graphisoft já &lt;/span&gt;&lt;a style="font-family: arial;" href="http://www.graphisoft.com/company/press_zone/20061221.html"&gt;declarou&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt; que irá aceitar a compra das acções por parte da Nemetschek.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;span style="font-family: arial;"&gt;"There is a consolidation in the software industry and joining the forces of the two leading European AEC software vendors will solidify our global position in the worldwide market. We believe that this move will serve the interests of our shareholders, customers, partners and employees as well," said Gabor Bojar, founder and chair of the board of directors at Graphisoft SE.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;span style="font-family: arial;"&gt;Quanto ás minhas conjecturas, sobre este presente de Natal inesperado:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;span style="font-family: arial;"&gt;- Um dos objectivos desta fusão será, sem dúvida, a procura da dominância no mercado do software BIM, principalmente ao nível Europeu, sobre a competição emergente da Revit/Autodesk.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;span style="font-family: arial;"&gt;Isto são boas notícias. Ou melhor, eu entendo olhar para elas como sendo boas notícias. A Graphisoft sempre foi apetecível do ponto de vista da Autodesk, e a ameaça de uma compra sempre pairou sobre as suas cabeças. Com esta fusão teremos uma empresa Europeia mais musculada, com maior capacidade técnica e financeira para fazer face ao tendencial monopólio Americano.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;span style="font-family: arial;"&gt;- A conjugação do génio matemático dos programadores húngaros com a capacidade de realização do Alemães também me parece interessante. Como aliás me parece interessante o surgimento de empresas verdadeiramente Europeias na área do software. Considero que faço parte dos tais 50% dos Portugueses que também se sentem Europeus, pelo que sinto orgulho por pertencer a uma comunidade capaz de produzir este tipo de resultados.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;span style="font-family: arial;"&gt;- Aos profetas da desgraça que começam a surgir por todo o lado, gritando que esta compra irá resultar na extinção do ArchiCAD; germanização (no pior sentido) do ArchiCAD; incorporação no ArchiCAD de tudo o que o Vectorworks tem de mau; o fim do mundo como nós o conhecemos, eu digo-lhes: tomem menos café.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;span style="font-family: arial;"&gt;Vamos esperar para ver, certamente não nos próximos seis meses, onde esta fusão vai dar. Pela minha parte estou optimista, acho que as coisas no mundo do BIM vão tornar-se um pouco mais interessantes.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31255901-116704092037653684?l=bimbalhices.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bimbalhices.blogspot.com/feeds/116704092037653684/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31255901&amp;postID=116704092037653684' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31255901/posts/default/116704092037653684'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31255901/posts/default/116704092037653684'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bimbalhices.blogspot.com/2006/12/nemetschek-compra-graphisoft.html' title='Nemetschek compra Graphisoft'/><author><name>Miguel Krippahl</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Ivd9_xBMTIg/StxjhgU_a2I/AAAAAAAAA2s/mUCH9u95swc/S220/eucartoon.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31255901.post-116577449485667220</id><published>2006-12-10T18:14:00.000Z</published><updated>2006-12-10T18:58:47.663Z</updated><title type='text'>Uma questão de fé</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Um dos maiores problemas que a implementação do BIM nos gabinetes de arquitectura levanta é a escolha da marca do software.&lt;/span&gt;  &lt;p face="arial" class="MsoNormal"&gt;Até há pouco, a marca das ferramentas utilizadas pelos arquitectos não era relevante.&lt;/p&gt;  &lt;p face="arial" class="MsoNormal"&gt;Lapiseiras Faber, Caran D’Ache ou Pentel, canetas Rotring ou Staedtler, o resultado final pouco dependia das preferências pessoais.&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;Com o advento do CAD tudo mudou. A escolha da marca tornou-se decisiva para o sucesso do gabinete.&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;E como muitas vezes acontece, a maioria dos arquitectos não escolheu o que era mais adequado, mas o que era mais popular.&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;A situação foi de tal modo monopolista que a maioria dos convertidos nem sequer considerou a hipótese de testar outro software do que aquele que vira a tornar-se, de facto, a norma CAD.&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;Em relação ao BIM, a coisa muda outra vez de figura. A gigante Autodesk não tinha nenhum produto especialmente vocacionado para a produção do Edifício Virtual, tendo adquirido em 2000 o recém criado Revit.&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;Mas no mercado já existiam outras empresas com forte tradição nesta tecnologia, como sejam a Graphisoft e a Bentley, pelo que se tem vindo a assistir a um subir de tom nas hostilidades comerciais entre os fabricantes.&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;Óptimo para os utilizadores, que só têm a ganhar com a concorrência e a perder com monopólios.&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;Mas não é a comparação dos programas que me interessa, mas sim o mecanismo que leva cada um de nós a adoptar, e principalmente a defender, o seu software BIM de eleição.&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;O meu é o ArchiCAD, por razões pessoais e circunstanciais na sua maioria. Mas poderia ser qualquer outro.&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;Trabalho com ele em média 8 horas por dia, 5 dias por semana, há mais de 6 anos. Sou o que alguns já apelidaram de “guru” do ArchiCAD, mas considero que o domino talvez a uns 70%.&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;Acho mais que natural que, ao fim destas milhares de horas de trabalho, se tenha desenvolvido em mim um sentimento pelo programa que se assemelha a afecto. Caso contrário, já teria destruído o meu computador à marretada inúmeras vezes.&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;Para além disso, tenho conhecido vários outros utilizadores, a maioria estrangeiros, esses sim verdadeiros gurus, que me têm ensinado quase tudo o que sei e que me têm invariavelmente transmitido esta enorme paixão pela metodologia do projectar através do BIM, e, em menor escala, pelo software que partilhamos.&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;Não duvido que se passa o mesmo em relação a utilizadores de outros softwares BIM. Aliás, do que tenho assistido, Bentley users e Revit users são tão ou mais fanáticos do que nós.&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;Acresce que nunca conheci um utilizador de topo que o fosse de dois programas concorrentes. Um Guru do Archicad não conhece, com a mesma profundidade o Revit. E vice versa.&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;Vem isto a propósito da caracterização desse sentimento que cada um de nós nutre pelo software que utiliza.&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;Em certos aspectos, ou na sua maioria, aproxima-se dos sentimentos que temos pelos nossos companheiros, pelo nosso clube de futebol, pelo nosso país, pela nossa religião.&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;É irracional e exclusivista.&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;Por muito que tentemos convencer os outros (e&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;a nós próprios) que estamos totalmente abertos a mudar de opinião, a comparar o nosso software de eleição com outros de um modo isento, o facto é que somos tendenciosos nessa comparação, enaltecendo sempre as virtudes do nosso e os defeitos dos outros.&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;Faz-me lembrar uma discussão de representantes de várias religiões que assisti há pouco tempo. Todos eles, dentro do espírito do “diálogo ecuménico” tão em voga, respeitavam profundamente a religião dos outros, considerando que há mais do que uma maneira de chegar a Deus. Mas, quando confrontados com o facto inegável de só poder haver, por definição, uma religião verdadeira, sendo todas as outras falsas, todos eles acreditavam inabalavelmente ser a deles a verdadeira.&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;Haverá um ou vários mecanismos no nosso cérebro que nos permite &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;acreditar inabalavelmente numa verdade, em exclusividade.&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;Seja ela a religião, o clube de futebol, o partido político ou o software BIM.&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;Ignorar este mecanismo é enganarmo-nos a nós próprios, e abrir a porta para o marketing dos fabricantes de software.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;   &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31255901-116577449485667220?l=bimbalhices.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bimbalhices.blogspot.com/feeds/116577449485667220/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31255901&amp;postID=116577449485667220' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31255901/posts/default/116577449485667220'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31255901/posts/default/116577449485667220'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bimbalhices.blogspot.com/2006/12/uma-questo-de-f.html' title='Uma questão de fé'/><author><name>Miguel Krippahl</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Ivd9_xBMTIg/StxjhgU_a2I/AAAAAAAAA2s/mUCH9u95swc/S220/eucartoon.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31255901.post-116455365143042723</id><published>2006-11-26T15:05:00.000Z</published><updated>2006-11-26T15:07:31.446Z</updated><title type='text'>interoperabilizi… interoperacionali… interoperacibili…</title><content type='html'>&lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;Uma das grandes alterações que o BIM vem introduzir no método de fabrico de projectos é a interoperabilizi… interoperacionali… interoperacibili… o trabalho em conjunto.&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;Tradicionalmente, um projecto passa por várias fases e diversos intervenientes.&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;Desde o levantamento feito por topógrafos, o design do edifício por arquitectos, as especialidades (estabilidades, redes de águas, esgotos, eléctricas, telecomunicações e gás, para apenas mencionar as mais vulgares) e no fim as medições, para cada projecto é montada uma equipa multidisciplinar, com incumbências específicas, cujo trabalho de cada elemento influencia e é influenciado pelos outros elementos.&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;O método tradicional, herdado da prática analógica, consiste em fazer cada especialidade entrar num dado momento do projecto, recebendo o que vem de trás e informando os que estão a seguir.&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;Chamo a este método “o que vem a seguir que se amole”.&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;Basicamente, os erros e omissões vão passando de mão, na expectativa de alguém acabar por os resolver. Nem que seja o empreiteiro.&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;Cada especialista responsabiliza-se apenas pela sua parte, sem se preocupar excessivamente com a compatibilização entre os vários projectos.&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;Ao arquitecto cabe tradicionalmente o papel de coordenador, pelo menos na teoria. Com a crescente complexidade dos chamados projectos das especialidades, o arquitecto raramente tem conhecimento e oportunidade de realmente coordenar os trabalhos, delegando a compatibilização para os respectivos autores.&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;A própria velocidade a que os projectos têm que ser executados fazem com que os projectos sejam muito mais uma linha de montagem do que um trabalho de grupo.&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;Assim, problemas detectados numa fase avançada do projecto (por exemplo colisões entre a arquitectura e o AVAC) sejam extremamente difíceis de resolver sem pôr em causa os prazos de entrega.&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;O modelo único tridimensional do nosso edifício, associado a uma base de dados alfanumérica, partilhado por todos os intervenientes, propõe resolver este problema.&lt;/p&gt;    &lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;A ideia será que todas as especialidades irão partilhar uma base única, em constante aperfeiçoamento. O trabalho desenvolvido pelo arquitecto, desde a primeira fase de concepção, estará acessível aos diferentes engenheiros, que irão ajudar na procura de soluções. Os projectos serão todos correlacionados, de modo a garantir a sua total compatibilidade. A autoria será partilhada por todos, assim como a responsabilidade.&lt;/p&gt;          &lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;Soa bem, não?&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Claro que, para este cenário cor-de-rosa ser realidade, há que ultrapassar diversos obstáculos, a saber:&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;            &lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;- O arquitecto não quer prescindir do seu papel de coordenador. Dá prestígio.&lt;br /&gt;- Ninguém está especialmente interessado em poupar dinheiro ao cliente. Os extras (viagens, descontos, publicações ou mesmo dinheiro) que cada projectista recebe dos fabricantes dos materiais poderá ser posto em causa se as suas opções forem mais transparentes.&lt;br /&gt;- Ninguém quer assumir a responsabilidade.&lt;br /&gt;- Ninguém quer partilhar o seu trabalho.&lt;br /&gt;- Ninguém quer submeter o seu trabalho à crítica dos demais intervenientes.&lt;br /&gt;- Ninguém sabe realmente trabalhar em grupo.&lt;/p&gt;    &lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;Claro que a maioria destes problemas depende da formação cívica dos projectistas, mas a sua formação profissional também contribui para a aceitação, ou rejeição do modelo BIM.&lt;/p&gt;    &lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Como exemplo, podemos ver o trabalho que está a ser feito do outro lado do mundo, na Universidade de New South Wales, pelo professor Jim Plume, conforme apresentado numa recente &lt;a href="http://www.opet-online.org/EDUCATING-BIM.pdf"&gt;comunicação&lt;/a&gt; em Lisboa.&lt;/p&gt;    &lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Os alunos dos vários cursos relacionados com a construção, planeamento, arquitectura, engenharias, paisagistas, orçamentistas e gestores de obra colaboram no mesmo projecto, simulando o (que deveria ser o) mundo real.&lt;/p&gt;    &lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Se pensarmos como funcionam as nossas universidades, fechadas em capelinhas, depressa podemos concluir que o cenário em Portugal será bem diferente.&lt;/p&gt;    &lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Por estes motivos, acho que implementar a interoperabilidade nos projectos será bem mais difícil que soletrar a palavra.&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;   &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31255901-116455365143042723?l=bimbalhices.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bimbalhices.blogspot.com/feeds/116455365143042723/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31255901&amp;postID=116455365143042723' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31255901/posts/default/116455365143042723'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31255901/posts/default/116455365143042723'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bimbalhices.blogspot.com/2006/11/interoperabilizi-interoperacionali.html' title='interoperabilizi… interoperacionali… interoperacibili…'/><author><name>Miguel Krippahl</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Ivd9_xBMTIg/StxjhgU_a2I/AAAAAAAAA2s/mUCH9u95swc/S220/eucartoon.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31255901.post-116394405517174965</id><published>2006-11-19T13:36:00.000Z</published><updated>2006-11-19T13:48:19.000Z</updated><title type='text'>O Caminho Mais Fácil</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/3851/3369/1600/dig01.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3851/3369/200/dig01.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Que a adopção do BIM na concepção e execução de projectos de arquitectura traz imensas vantagens sobre o CAD tradicional, ninguém duvida.&lt;/span&gt;    &lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;Assim como a passagem do RAD (Desenho Assistido por Rotrings) para o CAD representou uma evolução nos métodos de trabalho, também a transição para o BIM irá traduzir-se num aumento de produtividade dos gabinetes projectistas.&lt;/p&gt;    &lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;Teremos assim projectos executados num menor prazo, maior rigor, menos erros, mais adequados ao programa e ao cliente, no fundo, maior qualidade dos projectos.&lt;/p&gt;    &lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;Este acréscimo de qualidade nos projectos representa também um aumento na qualidade da arquitectura em geral, pois se é verdade que a arquitectura não se esgota no projecto, também não é menos verdade que a qualidade na prestação do serviço reflecte-se na qualidade final da obra.&lt;/p&gt;    &lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Dito isto, convém desmistificar alguns conceitos que começam a surgir.&lt;/p&gt;    &lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Aquele que me traz hoje ao teclado do computador é: &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Projectar em BIM é mais fácil do que projectar em CAD.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;Nada mais errado.&lt;/p&gt;    &lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;Só quem nunca projectou &lt;st1:personname productid="em ambiente BIM" st="on"&gt;em ambiente BIM&lt;/st1:personname&gt; pode fazer uma afirmação dessas. Aliás, esta “acusação” vem frequentemente de pessoas que nunca trabalharam com ferramentas BIM, ou por vezes nem sequer CAD, e que julgam que a pretensa facilidade com que se desenvolve um projecto em formato de edifício virtual é tal que o projectista perde uma parte significativa da criatividade e “arte” necessárias para um bom desempenho.&lt;/p&gt;    &lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Para aqueles que, como eu, se têm aventurado neste território de fornteira do BIM em sede de projecto de arquitectura, sabem bem que existe um esforço acrescido na realização de projectos.&lt;/p&gt;    &lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Esse esforço traduz-se, desde logo, na necessidade de ter conhecimentos sólidos de construção, e experiência de obra. Não é possível desenvolver um projecto no computador que ambiciona ser uma reprodução fiel da obra concluída se esse conhecimento técnico e prático não existir.&lt;/p&gt;    &lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Depois, temos a capacidade de lidar com ferramentas informáticas complexas. O software BIM, que ainda se encontra numa fase “infantil”, é de uma enorme complexidade, e exige grande disciplina de uso, rapidez na execução dos comandos, conhecimentos profundos de informática.&lt;/p&gt;    &lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Por fim, temos o próprio conceito de projecto, da arte de projectar. Enquanto o CAD consistia numa mera reprodução do RAD em ambiente virtual, mantendo a estrutura temporal de um projectos – programa, estudo preliminar, estudo prévio, projecto base, projectos das especialidades, projecto de execução, preparação de obra, telas finais, gestão dos edifícios – o BIM vem misturar todas estas fases, exigindo ao projectista uma visão holística do processo de fabrico de um edifício. È possível - e desejável - introduzir dados relativos à pormenorização logo nas primeiras fases, mas é também possível - e desejável - proceder a alterações de fundo em fases mais adiantadas do processo.&lt;/p&gt;    &lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Este acréscimo de dificuldade é, obviamente, largamente compensado pelas vantagens que a ferramenta fornece, das quais se destacam, conforme mencionei, a rapidez, o rigor e a qualidade.&lt;/p&gt;    &lt;p style="font-family: arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Mas este aumento no grau de complexidade da produção de projectos significa que os arquitectos terão aprender novas competências, adaptar o seu método de trabalho, se quiserem manter o que é seu de direito: a produção de arquitectura.&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31255901-116394405517174965?l=bimbalhices.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bimbalhices.blogspot.com/feeds/116394405517174965/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31255901&amp;postID=116394405517174965' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31255901/posts/default/116394405517174965'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31255901/posts/default/116394405517174965'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bimbalhices.blogspot.com/2006/11/o-caminho-mais-fcil.html' title='O Caminho Mais Fácil'/><author><name>Miguel Krippahl</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Ivd9_xBMTIg/StxjhgU_a2I/AAAAAAAAA2s/mUCH9u95swc/S220/eucartoon.jpg'/></author><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31255901.post-116282664430883734</id><published>2006-11-06T15:03:00.000Z</published><updated>2006-11-20T09:45:03.623Z</updated><title type='text'>O Interface</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/3851/3369/1600/Process.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3851/3369/200/Process.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Eu creio que o interface computador/utilizador é o principal "culpado" pela falta de adesão, por parte dos arquitectos, às novas tecnologias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Já escrevi sobre isso &lt;/span&gt;&lt;a style="font-family: arial;" href="http://www.graphisoft.com/community/envisions/2005_02_3dfuture.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; e &lt;/span&gt;&lt;a style="font-family: arial;" href="http://www.graphisoft.com/community/envisions/2005_10_drawend.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Geralmente, quando falo da questão do interface a outros arquitectos, olham para mim de lado, como se eu não tivesse consciência dos problemas reais que a profissão enfrenta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliás basta ver o que preocupa a Ordem, dando uma pulada ao &lt;a href="http://congresso.arquitectos.pt/programa/subtemas/"&gt;programa&lt;/a&gt; do 11.º Congresso dos Arquitectos Portugueses, para ver que as questões da tecnologia de produção de projectos está totalmente ausente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Curiosamente, se formos à &lt;a href="http://www.aia.org/ip_default"&gt;AIA&lt;/a&gt; (American Institute of Architects) podemos ver que esses levam esta questão muito a sério.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inclusivé já me dei ao trabalho de falar com responsáveis da Graphisoft (os fazedores do Archicad) sobre as questões relacionadas com o interface, e eles simplesmente me perguntaram "Há mercado para isso?".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Boa pergunta. Sei lá!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que eu sei é que compete a nós, arquitectos, exigir dos criadores de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;software&lt;/span&gt; soluções de interface mais adequadas, porque o rato e o teclado claramente não o são.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;E para aqueles que ainda acham que eu sou um sonhador, vão ver o que &lt;a style="font-family: arial;" href="http://www.frontdesign.se/"&gt;estes&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; senhores andam a fazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E já agora, vejam &lt;a href="http://video.google.com/videoplay?docid=884017118027634444&amp;amp;q=TED"&gt;isto&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31255901-116282664430883734?l=bimbalhices.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bimbalhices.blogspot.com/feeds/116282664430883734/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31255901&amp;postID=116282664430883734' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31255901/posts/default/116282664430883734'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31255901/posts/default/116282664430883734'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bimbalhices.blogspot.com/2006/11/o-interface.html' title='O Interface'/><author><name>Miguel Krippahl</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Ivd9_xBMTIg/StxjhgU_a2I/AAAAAAAAA2s/mUCH9u95swc/S220/eucartoon.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31255901.post-116219880358473171</id><published>2006-10-30T08:59:00.000Z</published><updated>2006-10-30T10:17:11.720Z</updated><title type='text'>Evoluir ou morrer</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/3851/3369/1600/evolve.0.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3851/3369/320/evolve.0.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Quando falo de BIM a um arquitecto, e a aplicação das TI à arquitectura em geral, uma das opiniões recorrentes é “ os computadores são ferramentas inadequadas para a arquitectura”.&lt;/span&gt; &lt;p style="margin-bottom: 0cm; font-family: arial;"&gt;Seja através do argumento “&lt;a href="http://bimbalhices.blogspot.com/2006/10/treta-do-lpis-como-extenso-do-crebro.html"&gt;o lápis como extensão do cérebro&lt;/a&gt;”, ou outros como “os computadores são demasiado exactos”, “o pensamento criativo requer tempo”, “ não é possível sentira a escala num ecrã de computador”, a generalidade dos arquitectos oferecem grande resistência à incorporação de computadores no processo de &lt;i&gt;design&lt;/i&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-bottom: 0cm; font-family: arial;"&gt;O que a maioria não percebe é que os arquitectos correm o risco de se tornar inadequados para os computadores.&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-bottom: 0cm; font-family: arial;"&gt;Pior, a própria arquitectura poderá tornar-se incompatível com os computadores.&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-bottom: 0cm; font-family: arial;"&gt;Temos tendência a pensar na nossa profissão como sendo imutável. Afinal, existem arquitectos há mais de cinco séculos.&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-bottom: 0cm; font-family: arial;"&gt;Mas esquecemo-nos que os arquitectos substituíram outras profissões mais antigas, como os mestres de obra.&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-bottom: 0cm; font-family: arial;"&gt;Com a introdução de melhorias tecnológicas (métodos de representação ortogonal e perspectivas cónicas) e evoluções sociais (a nobreza tome conta do processo creativo da construção) o &lt;i&gt;design&lt;/i&gt; dos edifícios transferiu-se da obra para o atelier.&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-bottom: 0cm; font-family: arial;"&gt;Mas a conversão não foi pacífica. Os mestres de obra não foram reciclados em arquitectos. Foram extintos.&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-bottom: 0cm; font-family: arial;"&gt;Devemos manter esta lição em mente, agora que os arquitectos enfrentam uma nova revolução tecnológica (computadores, industrialização) e sociológica (democratização da arquitectura).&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-bottom: 0cm; font-family: arial;"&gt;Há muitas coisas neste mundo novo com as quais os arquitectos simplesmente não sabem lidar:&lt;/p&gt;  &lt;ul style="font-family: arial;"&gt; &lt;li&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Industrialização. Ao contrário de outras áreas (automóveis, mobília, vestuário) a construção ainda não foi verdadeiramente industrializada. Nós estamos mal treinados para lidar com ela.&lt;/p&gt;  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Opinião pública. Cada vez mais gente tem opinião sobre a arquitectura. Nós não gostamos disto. Os arquitectos preferem manter-se acima da discussão.&lt;/p&gt;  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Tecnologia da informação. Ao contrário dos engenheiros, o ensino da arquitectura descende das Belas Artes, como tal desligado da tecnologia. Custa-nos imenso integrar os computadores na prática profissional.&lt;/p&gt;  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Diminuição da importância da arquitectura no contexto do edifício. Com a incorporação de cada vez mais tecnologia nos edifícios, a arquitectura poderá eventualmente perder o seu papel de liderança na concepção do edifício. Nós não gostamos disto, pois vemo-nos como sendo os “chefes” da equipa.&lt;/p&gt; &lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;  &lt;p style="margin-bottom: 0cm; font-family: arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-bottom: 0cm; font-family: arial;"&gt;Claro que estes problemas não nos cativam. Nós queremos criar ARTE, e não perder o nosso tempo precioso com estes assuntos secundários. As coisas têm corrido lindamente nas últimas centenas de anos, por isso não vai haver problema. Certo?&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-bottom: 0cm; font-family: arial;"&gt;Errado!&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-bottom: 0cm; font-family: arial;"&gt;Independentemente da opinião dos arquitectos, as coisas estão a mudar.&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-bottom: 0cm; font-family: arial;"&gt;A construção, uma das indústrias menos industrializadas (!) está a recuperar o tempo perdido, e haverá um aumento de procura de &lt;i&gt;designers digitais&lt;/i&gt;. Profissionais que sejam capazes de desenvolver edifícios virtuais, que sejam capazes de compreender as necessidades do mercado.&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-bottom: 0cm; font-family: arial;"&gt;Se não forem arquitectos, outros o farão.&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-bottom: 0cm; font-family: arial;"&gt;O meu receio é que, face à vontade férrea por parte dos arquitectos de ignorar esta questão, iremos certamente ser ultrapassados pelas circunstâncias, acabando por extinguir-nos.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31255901-116219880358473171?l=bimbalhices.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bimbalhices.blogspot.com/feeds/116219880358473171/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31255901&amp;postID=116219880358473171' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31255901/posts/default/116219880358473171'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31255901/posts/default/116219880358473171'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bimbalhices.blogspot.com/2006/10/evoluir-ou-morrer.html' title='Evoluir ou morrer'/><author><name>Miguel Krippahl</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Ivd9_xBMTIg/StxjhgU_a2I/AAAAAAAAA2s/mUCH9u95swc/S220/eucartoon.jpg'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31255901.post-116124524576351624</id><published>2006-10-19T09:05:00.000+01:00</published><updated>2006-10-19T09:07:25.773+01:00</updated><title type='text'>ArchiCAD 18</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: arial;"&gt;Uma pequena &lt;a href="http://bimania.blogspot.com/2006/10/archicad-18.html"&gt;história&lt;/a&gt;, em inglês (a tradução fica fatela), da versão 18 do ArchiCAD.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31255901-116124524576351624?l=bimbalhices.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bimbalhices.blogspot.com/feeds/116124524576351624/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31255901&amp;postID=116124524576351624' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31255901/posts/default/116124524576351624'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31255901/posts/default/116124524576351624'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bimbalhices.blogspot.com/2006/10/archicad-18.html' title='ArchiCAD 18'/><author><name>Miguel Krippahl</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Ivd9_xBMTIg/StxjhgU_a2I/AAAAAAAAA2s/mUCH9u95swc/S220/eucartoon.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31255901.post-116046849177503784</id><published>2006-10-10T09:19:00.000+01:00</published><updated>2006-10-10T09:33:14.653+01:00</updated><title type='text'>A treta do “lápis como extensão do cérebro"</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/3851/3369/1600/brain.0.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3851/3369/320/brain.0.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm; font-family: arial;"&gt;Sempre que falo com um arquitecto da velha guarda (mais de 40) sobre o BIM, surge o argumento do “lápis como extensão do cérebro”.&lt;/p&gt;    &lt;p  style="margin-bottom: 0cm; font-family: arial;font-family:arial;" lang="en-GB"&gt;De acordo com esta teoria, o arquitecto utiliza o lápis (e em menor medida as maquetas físicas) na busca das soluções, e através deste processo de linha sobre linha, por vezes de um modo intencional outras por acaso, a &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Arquitectura&lt;/span&gt; emerge.&lt;/p&gt;  &lt;p  style="margin-bottom: 0cm; font-family: arial;font-family:arial;" lang="en-GB"&gt;Este método permite (alegadamente) que o subconsciente criativo integre todos os dados relevantes ao problema e, livre do lado racional do cérebro (esqueço-me se é o esquerdo ou o direito), criar &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Arte&lt;/span&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p  style="margin-bottom: 0cm; font-family: arial;font-family:arial;" lang="en-GB"&gt;O argumento acima descrito é utilizado para justificar as limitações do computador, como ferramenta de design, dado que a sua precisão absoluta não deixa margem para o acaso e o subconsciente.&lt;/p&gt;  &lt;p  style="margin-bottom: 0cm; font-family: arial;font-family:arial;" lang="en-GB"&gt;Perdoem-me dizê-lo assim, mas esta teoria soa a treta.&lt;/p&gt;  &lt;p face="arial" style="margin-bottom: 0cm; font-family: arial;" lang="en-GB"&gt;Que os arquitectos defendam este método como sendo o único possível para &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;eles&lt;/span&gt; serem criativos, tudo bem. Cada louco suas manias, e se alguém acredita que a sua criatividade depende em andar descalço, ouvir Bach ou comer uma sandes de atum, problema dele.&lt;/p&gt;  &lt;p face="arial" style="margin-bottom: 0cm; font-family: arial;" lang="en-GB"&gt;Mas afirmar &lt;span lang="pt-PT"&gt;categoricamente&lt;/span&gt; que projectar de lápis na mão é &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;a melhor&lt;/span&gt; maneira de o fazer, isso carece de provas.&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-bottom: 0cm; font-family: arial;" lang="en-GB"&gt;Tanto quanto eu saiba, não há provas científicas neurológicas ou comportamentais que indiquem que uma parte do física ou processual do cérebro tenha aptidão para o uso do lápis.&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-bottom: 0cm; font-family: arial;" lang="en-GB"&gt;Ainda para mais quando se trata de criar espaços tridimensionais, logo menos aptos a ser representados bidimensionalmente.&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-bottom: 0cm; font-family: arial;" lang="en-GB"&gt;È claro para mim que uma ideia arquitectónica é tridimensional, e é processada pelo cérebro (e não pela mão, coração ou alma). O lápis é utilizado para “dar forma” a esta ideia, ajudando o arquitecto a focar a atenção nas questões relevantes em cada instante.&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-bottom: 0cm; font-family: arial;" lang="en-GB"&gt;Mas este lápis, com todas as imprecisões e limitações de um instrumento manual de representação bidimensional, não é de todo uma ferramenta adequada para expressar uma ideia tridimensional.&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-bottom: 0cm; font-family: arial;" lang="en-GB"&gt;Tem sido nos últimos 500 anos, à falta de melhor.&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-bottom: 0cm; font-family: arial;" lang="en-GB"&gt;Consigo imaginar que, se fosse tão fácil moldar maquetas físicas como é &lt;span lang="pt-PT"&gt;esquiçar&lt;/span&gt;, essas maquetas seriam usadas desde o primeiro instante do projecto, uma vez que se aproximam muito mais da ideia arquitectónica que se desenvolve no cérebro. E se fosse possível retirar toda a documentação técnica dessas maquetas (plantas, cortes, alçados, mapas), então nem sería necessário desenhar.&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-bottom: 0cm; font-family: arial;" lang="en-GB"&gt;Por estas razões parece-me óbvio que o modelo virtual substitui o lápis com enormes vantagens. Permite-nos explorar alternativas em tempo real, é rigoroso, fornece dados quantitativos (custos) e qualitativos (perspectivas rigorosas) que nos facilitam nas decisões de design.&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-bottom: 0cm; font-family: arial;" lang="en-GB"&gt;Evidentemente, se um arquitecto não é capaz de utilizar estas ferramentas informáticas, será melhor limitar-se ao lápis. O que não pode é afirmar categoricamente que o faz por ser &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;a melhor&lt;/span&gt; maneira de projectar. Se for honesto, dirá que opta pelo lápis por preguiça ou incapacidade.&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-bottom: 0cm; font-family: arial;" lang="en-GB"&gt;Todo este assunto seria inconsequente se cada arquitecto pudesse desenvolver a sua própria metodologia de projecto, escolhendo a que melhor se adapta às suas características pessoais.&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-bottom: 0cm; font-family: arial;" lang="en-GB"&gt;Os “arquitectos analógicos” continuariam a projectar com o lápis (apoiados por um batalhão de desenhadores, claro), e os “arquitectos digitais” utilizariam as novas tecnologias de um modo eficaz, adaptado ás necessidades actuais.&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-bottom: 0cm; font-family: arial;" lang="en-GB"&gt;Infelizmente temos o ensino.&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-bottom: 0cm; font-family: arial;" lang="en-GB"&gt;Em Portugal, a maior parte dos cursos de arquitectura ensinam métodos de projecto próprios do século XIX, gastando milhares de horas a desenhar à mão, num ritual cego que só tem paralelo com as outras milhares de horas que os alunos do primeiro ciclo gastam a escrever à mão.&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-bottom: 0cm; font-family: arial;" lang="en-GB"&gt;Isto acontece simplesmente porque os professores ensinam o mesmo que aprenderam, perpetuando métodos caducos e obsoletos.&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-bottom: 0cm; font-family: arial;" lang="en-GB"&gt;Numa nota pessoal: Se pensarmos que o lápis representa um espada, e o CAD/BIM uma pistola automática, podemos especular por que razão os arquitectos mais “experientes” preferem ensinar apenas as técnicas de luta com espada, onde eles são exímios.&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-bottom: 0cm; font-family: arial;" lang="en-GB"&gt;É que, mais cedo ou mais tarde, irão ter que entrar em “duelo” profissional com os seus antigos alunos, e a escolha das armas irá determinar o resultado...&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31255901-116046849177503784?l=bimbalhices.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bimbalhices.blogspot.com/feeds/116046849177503784/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31255901&amp;postID=116046849177503784' title='20 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31255901/posts/default/116046849177503784'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31255901/posts/default/116046849177503784'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bimbalhices.blogspot.com/2006/10/treta-do-lpis-como-extenso-do-crebro.html' title='A treta do “lápis como extensão do cérebro&quot;'/><author><name>Miguel Krippahl</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Ivd9_xBMTIg/StxjhgU_a2I/AAAAAAAAA2s/mUCH9u95swc/S220/eucartoon.jpg'/></author><thr:total>20</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31255901.post-116038594953509480</id><published>2006-10-09T10:21:00.000+01:00</published><updated>2006-10-09T10:25:49.543+01:00</updated><title type='text'>Blog dedicado ao ArchiCAD</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: arial;"&gt;Criei um novo Blog &lt;a href="http://architruques.blogspot.com/"&gt;aqui&lt;/a&gt;, com informação específica sobre o ArchiCAD.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Terá pequenos tutoriais versando este software, assim como links sobre o mesmo tema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De graça...&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31255901-116038594953509480?l=bimbalhices.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bimbalhices.blogspot.com/feeds/116038594953509480/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31255901&amp;postID=116038594953509480' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31255901/posts/default/116038594953509480'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31255901/posts/default/116038594953509480'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bimbalhices.blogspot.com/2006/10/blog-dedicado-ao-archicad.html' title='Blog dedicado ao ArchiCAD'/><author><name>Miguel Krippahl</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Ivd9_xBMTIg/StxjhgU_a2I/AAAAAAAAA2s/mUCH9u95swc/S220/eucartoon.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31255901.post-115799155246221053</id><published>2006-09-11T16:58:00.000+01:00</published><updated>2006-09-12T15:47:07.773+01:00</updated><title type='text'>Saiam das árvores!</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/3851/3369/1600/evolution.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3851/3369/320/evolution.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre que penso nos passos que levam uma pessoa do CAD 2D para o BIM 3D, vem-me à ideia esta imagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os hominídios sairam das árvores para caçar na savana, foram gradualmente evoluindo até chegar ao Homo Sapiens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mesmo se passa com os utilizadores de CAD.&lt;br /&gt;A sua passagem para o BIM faz-se de uma maneira gradual, por etapas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na minha experiência, as etapas são 4, embora se possam sobrepor:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);"&gt;1.º- Automatização dos desenhos.&lt;/span&gt; A maior motivação de largar um CAD 2D em favor de um BIM é sem dúvida a possibilidade de ter desenhos (plantas, cortes, alçados e pormenores) automáticos, que se actualizam de acordo com as alterações introduzidas no modelo, sem erros entre eles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);"&gt;2.º- Renderings. &lt;/span&gt;Uma vez que temos a nossa maquete virtual, podemos retirar imagens de síntese de graça. Instantâneamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);"&gt;3.º- Decisões ao nível do design.&lt;/span&gt; Quando o uso da ferramenta informática se torna mais intuitivo e menos trabalhoso, descobrimos que a realização de várias hipóteses de projecto e sua validação, com base na maquete virtual, substitui com vantagem todos aqueles esquiços sem escala e com perspectivas distorcidas e enganadoras (voltarei a este assunto noutro &lt;span style="font-style: italic;"&gt;post&lt;/span&gt;, pois sei que é uma opinião bem polémica).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);"&gt;4.º- True BIM.&lt;/span&gt; Após dominar todas as técnicas anteriores, descobrimos e começamos a usar o verdadeiro potencial da nossa maquete. Retiramos dela mapas de vão e acabamentos, quantidades de materiais,e toda aquela informação chata e trabalhosa. Podemos fazê-lo quase desde o primeiro instante do projecto, beneficiando, por exemplo, de estimativas rigorosas das várias hipótsese de design. Em tempo real, sem trabalho extra (quase).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este processo leva anos, pois além de estarmos na presença de ferramentas informáticas de grande complexidade, muitas vezes temos que "desaprender" conceitos e preconceitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando me perguntam qual a melhor maneira de convencer alguém a largar o CAD 2D e adoptar a metodologia BIM, que assusta qualquer um, o meu concelho costuma ser: Vão por passos. Concentrem-se nas vantagens imediatas, no primeiro passo, os desenhos automáticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);font-size:130%;" &gt;Saiam das árvores!&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31255901-115799155246221053?l=bimbalhices.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bimbalhices.blogspot.com/feeds/115799155246221053/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31255901&amp;postID=115799155246221053' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31255901/posts/default/115799155246221053'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31255901/posts/default/115799155246221053'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bimbalhices.blogspot.com/2006/09/saiam-das-rvores.html' title='Saiam das árvores!'/><author><name>Miguel Krippahl</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Ivd9_xBMTIg/StxjhgU_a2I/AAAAAAAAA2s/mUCH9u95swc/S220/eucartoon.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31255901.post-115744515005403414</id><published>2006-09-05T09:20:00.000+01:00</published><updated>2006-09-05T09:32:30.066+01:00</updated><title type='text'>Architects do it with models</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/3851/3369/1600/adiwm.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3851/3369/320/adiwm.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Finalmente entendi porque é que os arquitectos não aderem, de maneira nehuma, ao BIM.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Várias teorias têm sido apresentadas, desde a dificuldade do lado artístico dos arquitectos lidar com a tecnologia, o facto dos  donos dos ateliers (arquitectos séniores) serem info excluidos, o uso de ferramentas informáticas ser visto como um trabalho das classes baixas, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada disso!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Descobri &lt;a href="http://www.cafepress.com/tennesseetees/774984"&gt;aqui&lt;/a&gt; um trocadilho, não traduzível, que afirma que "Architects do it with models".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É pois mais que compreensível que "Architects don't want to do it with Virtual Models", ou, pior, "Architects don't want to do it with Building Information Models".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pudera...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31255901-115744515005403414?l=bimbalhices.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bimbalhices.blogspot.com/feeds/115744515005403414/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31255901&amp;postID=115744515005403414' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31255901/posts/default/115744515005403414'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31255901/posts/default/115744515005403414'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bimbalhices.blogspot.com/2006/09/architects-do-it-with-models.html' title='Architects do it with models'/><author><name>Miguel Krippahl</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Ivd9_xBMTIg/StxjhgU_a2I/AAAAAAAAA2s/mUCH9u95swc/S220/eucartoon.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31255901.post-115737568773852091</id><published>2006-09-04T13:56:00.000+01:00</published><updated>2006-09-04T17:09:15.090+01:00</updated><title type='text'>I could not have said it better</title><content type='html'>Em resposta ao artigo de René Cheng "&lt;a href="http://www.aecbytes.com/viewpoint/2006/issue_26.html"&gt;Questioning the role of BIM in Archiectural Education&lt;/a&gt;",&lt;br /&gt;Paul Seletsky escreve uma resposta intitulada "Questioning the role of BIM in Archiectural Education: &lt;a href="http://www.aecbytes.com/viewpoint/2006/issue_27.html"&gt;A Counter-view point&lt;/a&gt;".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I could not have said it better.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De qualquer maneira, para isto não ser apenas um blog paste and post, cá vão os meus cinquenta cêntimos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A posição de René Cheng resume-se básicamente à permissa (partilhada por muitos) que a adopção cega do BIM no processo de fabrico de projectos põe sériamente em causa a criatividade do design.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paul Seletsky contra-argumenta que o BIM, como processo (e não ferramenta) não só garante essa liberdade criativa, mas aumenta-a, por permitir o recurso a processos de análise do design que melhor informarão as opções do projectista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Convém aqui ressalvar, entre parentesis, que argumentar sobre este assunto - ou sobre outro qualquer - recorrendo a exemlos anedóticos do potencial mau uso da ferramenta não acrescenta nada à discussão. Parto sempre do princípio que a ferramenta será bem utilizada).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ambos reconhecem que o BIM tem um potencial enorme de mudar a profissão, logo, de mudar o método de ensino da arquitectura. A diferença está em que René vê nisso um grande perigo para os arquitectos enquanto Paul vê uma grande oportunidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Copos meio cheios e meio vazios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora concordando, na generalidade, com Paul, gostaria de acrescentar o seguinte:&lt;br /&gt;Pouco importa que se concorde ou discorde, se veja o BIM como oportunidade ou como o nemesis dos arquitectos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O facto é que o BIM será, a breve prazo, uma realidade. E, nesse caso, ou bem que nos adaptamos ou então extinguímo-nos. Ponto final.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto ao ensino, fará sentido, à beira de uma mudança radical - paradigm shift - no conceito de projecto de arquitectura, continuarmos a ensinar os alunos a projectar como se fazia há 200 anos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Começo a perceber como se sentiram os modernistas, quando quiseram ir contra o sistema e os valores instituidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há pior cego do que aquele que não quer ver.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31255901-115737568773852091?l=bimbalhices.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bimbalhices.blogspot.com/feeds/115737568773852091/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31255901&amp;postID=115737568773852091' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31255901/posts/default/115737568773852091'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31255901/posts/default/115737568773852091'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bimbalhices.blogspot.com/2006/09/i-could-not-have-said-it-better.html' title='I could not have said it better'/><author><name>Miguel Krippahl</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Ivd9_xBMTIg/StxjhgU_a2I/AAAAAAAAA2s/mUCH9u95swc/S220/eucartoon.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31255901.post-115571813092425812</id><published>2006-08-16T09:47:00.000+01:00</published><updated>2006-09-11T17:24:21.490+01:00</updated><title type='text'>Então e o desenho automático?</title><content type='html'>&lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;Desde a entrada da toda poderosa &lt;a href="http://usa.autodesk.com/adsk/servlet/index?siteID=123112&amp;id=3781831"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;Autodesk&lt;/span&gt; &lt;/a&gt;no mercado do edifício virtual, &lt;span lang="pt-PT"&gt;circa&lt;/span&gt; 2000, com a aquisição e subsequente publicitação do &lt;span lang="pt-PT"&gt;Revit&lt;/span&gt;, temos vindo a assistir, principalmente nos EUA, a uma enorme mediatização do conceito BIM (&lt;span lang="pt-PT"&gt;Building&lt;/span&gt; &lt;span lang="pt-PT"&gt;Information&lt;/span&gt; &lt;span lang="pt-PT"&gt;Modeling&lt;/span&gt;).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;Convém mencionar aqui que, muito antes dos donos do &lt;span lang="pt-PT"&gt;AutoCad&lt;/span&gt; se meterem nestas aventuras, já outros desenvolviam, há muitos anos, este conceito.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;Tanto a &lt;a href="http://www.bentley.com/en-US/Markets/Building/"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;Bentley&lt;/span&gt;,&lt;/a&gt; com a sua &lt;span lang="pt-PT"&gt;Microstation&lt;/span&gt;, como a &lt;a href="http://www.graphisoft.com/"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;Graphisoft&lt;/span&gt;,&lt;/a&gt; com o &lt;span lang="pt-PT"&gt;ArchiCAD&lt;/span&gt;, têm defendido o uso de uma base de dados tridimensional como método de trabalho.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;Quando estes últimos fabricantes de software viram o colosso americano entrar no seu mercado, com a subtileza de um elefante com cio numa loja de porcelanas, não tiveram outro remédio senão ir na onda, proclamando bem alto (para quem os quisesse ouvir) que o Revit não era a invenção da roda, mas apenas mais uma versão daquilo que eles vêm vendendo há anos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;Vejam, por exemplo, o que dizem sobre este assunto a &lt;a href="http://www.aecbytes.com/viewpoint/2004/issue_5.html"&gt;Bentley&lt;/a&gt; e a &lt;a href="http://www.graphisoft.com/products/construction/white_papers/whitepaper2.html"&gt;Graphisoft.&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;Com todo este barulho sobre o modelo de informação integrado, donde se pode extrair todo o tipo de informação, quer para efeitos de &lt;span lang="pt-PT"&gt;testagem&lt;/span&gt; (acústica, &lt;span lang="pt-PT"&gt;térmica&lt;/span&gt;, iluminação, etc.), quer para obra (listagem automática de componentes), quer para a vida útil do edifício (utilização do modelo para a gestão do equipamento), aparentemente esqueceram-se de uma coisa: A automatização das peças desenhadas de um projecto.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;Os fabricantes e gurus do BIM tentam menorizar a produção automática dos desenhos, em &lt;span lang="pt-PT"&gt;detrimento&lt;/span&gt; de toda a restante informação numérica embebida no modelo tridimensional.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;Mas, honestamente, o que levou a maioria dos &lt;span lang="pt-PT"&gt;BIMbos&lt;/span&gt; a adoptar o Revit/Microstation/ArchiCAD? A automatização dos desenhos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;Bem sei que a automatização de todos os desenhos (plantas, cortes, alçados, pormenores, 3D), sem retoques em 2D, é uma quimera. Não conheço nenhum software que permita fazê-lo. Mesmo uma &lt;span lang="pt-PT"&gt;semi&lt;/span&gt;-automatização, a 95%, exige um enorme esforço de método, disciplina e capacidade de modelação.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;Mas isso não é razão para os fabricantes desistirem!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;Basta ver a nova versão do Revit, a 9 (já agora, nove versões em seis anos? Bolas...), onde se dá tanta importância à integração de &lt;a href="http://usa.autodesk.com/adsk/servlet/index?siteID=123112&amp;id=5106083"&gt;pormenores 2D&lt;/a&gt; no modelo tridimensional, para compreender que os fabricantes fogem da geração automática de desenhos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;Para mim, estão a matar a galinha dos ovos de ouro.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;Excepto para os grandes (enormes segundo o &lt;span lang="pt-PT"&gt;standard&lt;/span&gt; português) projectos, a característica que interessa mais aos BIMbos é a produção automática de desenhos, sem erros, e a sua actualização automática sempre que se mexe no modelo 3D. &lt;/span&gt; &lt;/p&gt;   &lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial,sans-serif;"&gt;Senão, qualquer dia, lá terei que contratar um desenhador (ou um estagiário de arquitectura, que sempre é mais barato...).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31255901-115571813092425812?l=bimbalhices.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bimbalhices.blogspot.com/feeds/115571813092425812/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31255901&amp;postID=115571813092425812' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31255901/posts/default/115571813092425812'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31255901/posts/default/115571813092425812'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bimbalhices.blogspot.com/2006/08/ento-e-o-desenho-automtico.html' title='Então e o desenho automático?'/><author><name>Miguel Krippahl</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Ivd9_xBMTIg/StxjhgU_a2I/AAAAAAAAA2s/mUCH9u95swc/S220/eucartoon.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31255901.post-115494287553759488</id><published>2006-08-07T10:25:00.000+01:00</published><updated>2006-08-07T10:27:55.553+01:00</updated><title type='text'>O pormenor do parafuso</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/3851/3369/1600/parafuso.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3851/3369/320/parafuso.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;p style="margin-bottom: 0cm;" lang="pt-PT"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Tenho lido em vários textos dedicados ao BIM uma afirmação que corre o risco de se tornar consensual.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="margin-bottom: 0cm;" lang="pt-PT"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Trata-se de uma teoria que diz, grosso modo, que os pormenores desenhados 2D não irão desaparecer, uma vez que não faz sentido detalhar um modelo 3D ate ao parafuso.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="margin-bottom: 0cm;" lang="pt-PT"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Penso existirem duas razões fundamentais para fazer tal afirmação.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="margin-bottom: 0cm;" lang="pt-PT"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Primeiro, uma grande ignorância sobre a evolução da informática; em segundo lugar, um objectivo mais ou menos dissimulado de menosprezar o conceito de Edifício Virtual, continuando a promover o CAD 2D.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-bottom: 0cm; color: rgb(102, 102, 204);" lang="pt-PT"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Quanto à ignorância:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-bottom: 0cm;" lang="pt-PT"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Lembro-me de, há poucos (dois ou três) anos, ser consensual que a fotografia (e o filme) digital nunca iriam substituir a película, simplesmente porque o formato digital e os computadores nunca teriam capacidade para lidar com a quantidade maciça de informação envolvida na gravação e reprodução de imagens.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="margin-bottom: 0cm;" lang="pt-PT"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Como bem sabemos agora, este pressuposto estava totalmente errado. Os computadores e máquinas de fotografar/filmar evoluíram, adquiriram enormes capacidades de armazenamento, multiplicaram a velocidade de processamento, foram criados códigos de compressão (codecs) de filmes que permitem hoje em dia, através de equipamento digital básico e acessível, fotografar, filmar, editar e visualizar com qualidade igual ou até superior à analógica.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="margin-bottom: 0cm;" lang="pt-PT"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Os detractores do analógico ainda existem, mas estão em minoria e são uma espécie condenada à extinção.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="margin-bottom: 0cm;" lang="pt-PT"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Como tal, é perfeitamente razoável e seguro afirmar que, com a evolução dos sistemas informáticos, designadamente quanto à rapidez de processamento e capacidade de tratamento, transmissão e armazenamento de dados, dentro em breve os programas BIM serão capazes de incluir, nos modelos virtuais, detalhes 3D até ao parafuso.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="margin-bottom: 0cm; color: rgb(102, 102, 204);" lang="pt-PT"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Quanto à agenda de promoção do 2D:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-bottom: 0cm;" lang="pt-PT"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Este propósito não é novo. Já há vinte anos existiam programas, primeiro para Mac e depois para PC, que permitem construir edifícios virtuais. No entanto apenas recentemente é que os projectistas e construtores começaram a falar a sério sobre o BIM, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;buzzword&lt;/span&gt; aliás criada pelo maior fabricante CAD que, até há 6 anos, não tinha nenhum software especificamente orientado para o Edifício Virtual.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="margin-bottom: 0cm;" lang="pt-PT"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Para mim, a explicação principal é simples e clara. Considerando que um utilizador BIM faz o trabalho de três utilizadores CAD 2D, apenas pela via da automatização da produção de desenhos, é muito mais rentável vender CAD 2d do que BIM. Vendem-se três licenças em vez de uma, ainda por cima de um programa que, apesar de custar o mesmo, faz muito menos, logo, é muito mais barato de desenvolver e testar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="margin-bottom: 0cm;" lang="pt-PT"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Assim, embora seja muito pior para os utilizadores (arquitectos, engenheiros, desenhadores, construtores e fabricantes de materiais) continuarem a utilizar o CAD 2D, o certo é que o principal fabricante do software CAD continua a ganhar rios de dinheiro vendendo um programa que mais não é do que uma prancheta digital. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;   &lt;p style="margin-bottom: 0cm;" lang="pt-PT"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Assim, seja por ignorância ou por ganância, considero que os defensores dos pormenores 2D estão redondamente enganados.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="margin-bottom: 0cm;" lang="pt-PT"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Em breve teremos objectos que farão parte de bases de dados, desenvolvidas por fabricantes de materiais de construção, que irão até ao pormenor do parafuso.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="margin-bottom: 0cm;" lang="pt-PT"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Que é, afinal, e de acordo com aquilo que aprendi na escola, a maneira correcta de projectar arquitectura.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31255901-115494287553759488?l=bimbalhices.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bimbalhices.blogspot.com/feeds/115494287553759488/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31255901&amp;postID=115494287553759488' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31255901/posts/default/115494287553759488'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31255901/posts/default/115494287553759488'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bimbalhices.blogspot.com/2006/08/o-pormenor-do-parafuso.html' title='O pormenor do parafuso'/><author><name>Miguel Krippahl</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Ivd9_xBMTIg/StxjhgU_a2I/AAAAAAAAA2s/mUCH9u95swc/S220/eucartoon.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31255901.post-115383840982259311</id><published>2006-07-25T14:54:00.000+01:00</published><updated>2006-07-25T15:43:28.160+01:00</updated><title type='text'>Lost in Translation</title><content type='html'>Provávelmente lembram-se daquele deliciosos filme da Sofia Coppola, &lt;a href="http://www.lost-in-translation.com/"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Lost in Translation&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O qué que o Bill Murray tem a haver com BIM?&lt;br /&gt;Não, o nick dele não é &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Bill_Murray"&gt;Bill 'the Idiot' Murray&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O título deste filme foi genialmente aplicado, pois Lost in Translation tem, pelo menos, um duplo significado: Bill não consegue perceber o que o realizador japonês, e por acréscimo, todos os japoneses lhe querem comunicar, porque o significado perde-se na tradução; mas também porque ele se sente perdido (lost para os mais distraídos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vai daí, o tradutor português decide ser creativo e chamar ao filme "Amor é um Lugar Estranho".&lt;br /&gt;!&lt;br /&gt;Eu suspeito que o cérebro dos nossos tradutores deve ser um lugar bem mais estranho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com este golpe criativo, a criatura consegui transformar um título apelativo e irónico (porque não &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Perdido na Tradução&lt;/span&gt; ?) numa frase banal e vazia de conteúdo, cheia de subentendidos que na realidade não existem, bem ao gosto dos portugueses.&lt;br /&gt;Enfim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, pergunta o chato de serviço, quéque isso tem a haver com BIM.&lt;br /&gt;Tudo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejamos o exemplo de C.A.D.&lt;br /&gt;No original, C.A.D. era &lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;Computer Aided Design&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;Os portugueses continuam a chamar-lhe C.A.D., mas agora com a tradução &lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;Desenho Assistido por Computador&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Desenho&lt;/span&gt;, meus senhores, desenho!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o bimbo (não BIMbo, note-se) do tradutor, design e desenho são a mesma coisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem sei que muitos recém-licenciados de arquitectura são usados como desenhadores em gabinetes, mas daí a reduzir o design a desenho...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, a tradução até nem está muito incorrecta. De facto, quase toda a gente usa o CAD para desenhar, tipo prancheta electrónica, sem acrescentar uma grama ao processo criativo do projecto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vem isto a propósito do B.I.M.:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qual vai ser a tradução portuguesa para Building Information Model?&lt;br /&gt;Modelo do Edifício Informado?&lt;br /&gt;Modelação Informático/Edificada?&lt;br /&gt;Construindo um Modelo de Informação?&lt;br /&gt;Ou, mais inspiradamente,&lt;br /&gt;O Modelo Informático do Edifício é Um Lugar Estranho?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aceitam-se apostas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31255901-115383840982259311?l=bimbalhices.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bimbalhices.blogspot.com/feeds/115383840982259311/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31255901&amp;postID=115383840982259311' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31255901/posts/default/115383840982259311'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31255901/posts/default/115383840982259311'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bimbalhices.blogspot.com/2006/07/lost-in-translation.html' title='Lost in Translation'/><author><name>Miguel Krippahl</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Ivd9_xBMTIg/StxjhgU_a2I/AAAAAAAAA2s/mUCH9u95swc/S220/eucartoon.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31255901.post-115322446032572398</id><published>2006-07-18T13:03:00.000+01:00</published><updated>2006-07-19T14:35:19.553+01:00</updated><title type='text'>Manifesto Anti-CAD</title><content type='html'>&lt;div style="color: rgb(255, 102, 102);"&gt; &lt;div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 128);font-size:100%;" &gt;&lt;br /&gt;MANIFESTO ANTI-C.A.D. - ALMADA NEGREIROS (sabujamente adaptado  por Miguel Krippahl)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 128);font-size:100%;" &gt;Uma geração, que consente deixar-se representar por um C.A.D. é uma geração que nunca o foi! É um coio d'indigentes, d'indignos e de cegos! É uma resma de charlatães e de vendidos, e só pode parir abaixo de zero!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 128);font-size:100%;" &gt;Abaixo a geração!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 128);font-size:100%;" &gt;Morra o C.A.D., morra! - B.I.M.!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 128);font-size:100%;" &gt;Uma geração com um C.A.D. a cavalo é um burro  impotente!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 128);font-size:100%;" &gt;Uma geração com um C.A.D. à prôa é uma canoa em  seco!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 128);font-size:100%;" &gt;O C.A.D. é um cigano!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 128);font-size:100%;" &gt;O C.A.D. é meio cigano!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 128);font-size:100%;" &gt;O C.A.D. é habilidoso!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 128);font-size:100%;" &gt;O C.A.D. veste-se mal!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 128);font-size:100%;" &gt;O C.A.D. usa ceroulas de malha!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 128);font-size:100%;" &gt;O C.A.D. especula e inócula os  concubinos!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 128);font-size:100%;" &gt;O C.A.D. é C.A.D.!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 128);font-size:100%;" &gt;Morra o C.A.D., morra! - B.I.M.!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 128);font-size:100%;" &gt;E o C.A.D. teve cláque! E o C.A.D. teve palmas! E  o C.A.D. agradeceu!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 128);font-size:100%;" &gt;O C.A.D. é um ciganão!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 128);font-size:100%;" &gt;Não é preciso ir para o Rossio p'ra se ser  pantomineiro, basta ser-se pantomineiro!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 128);font-size:100%;" &gt;Não é preciso disfarçar-se p'ra se ser salteador, basta escrever como o C.A.D.! Basta não ter escrúpulos nem morais, nem artísticos, nem humanos! Basta andar com as modas, com as políticas e com as opiniões! Basta usar o tal sorrisinho, basta ser muito delicado, e usar côco e olhos meigos! Basta ser Judas! Basta ser C.A.D.!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 128);font-size:100%;" &gt;Morra o C.A.D., morra! - B.I.M.!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 128);font-size:100%;" &gt;O C.A.D. nasceu para provar que nem todos os que  escrevem sabem escrever!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 128);font-size:100%;" &gt;O C.A.D. é um autómato que deita p'ra fóra o que a  gente já sabe que vai sair... mas é preciso deitar dinheiro!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 128);font-size:100%;" &gt;O C.A.D. é um soneto d'elle-próprio!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 128);font-size:100%;" &gt;O C.A.D. em génio nem chega a pólvora seca e em  talento é B.I.M.-pam-pum!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 128);font-size:100%;" &gt;O C.A.D. nú é horroroso!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 128);font-size:100%;" &gt;O C.A.D. cheira mal da boca!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 128);font-size:100%;" &gt;Morra o C.A.D., morra! - B.I.M.!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 128);font-size:100%;" &gt;O C.A.D. é o escárneo da consciência! Se o C.A.D.  é português eu quero ser espanhol!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 128);font-size:100%;" &gt;O C.A.D. é a vergonha da intelectualidade  portuguesa! O C.A.D. é a meta da decadência mental!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 128);font-size:100%;" &gt;E ainda há quem não córe quando diz admirar o  C.A.D.!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 128);font-size:100%;" &gt;E ainda há quem lhe estenda a mão!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 128);font-size:100%;" &gt;E quem lhe lave a roupa!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 128);font-size:100%;" &gt;E quem tem dó do C.A.D.!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 128);font-size:100%;" &gt;E ainda há quem duvide de que o C.A.D. não vale  nada, e que não sabe nada, e que nem é inteligente, nem decente, nem  zero!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 128);font-size:100%;" &gt;E fique sabendo o C.A.D. que se todos fossem como  eu haveria tais munições de manguitos que levariam dois séculos a  gastar.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 128);font-size:100%;" &gt;Morra o C.A.D., morra! - B.I.M.!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 128);font-size:100%;" &gt;Portugal que com todos estes senhores conseguiu a classificação do país mais atrasado da Europa e de todo o mundo! O país mais selvagem de todas as Áfricas! O exílio dos degredados e dos indiferentes! A África reclusa dos europeus!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 128);font-size:100%;" &gt;O entulho das desvantagens e dos sobejos! Portugal inteiro há-de abrir os olhos um dia - se é que a cegueira não é incurável e então gritará comigo, a meu lado, a necessidade que Portugal tem de ser qualquer coisa de asseado!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 128);font-size:100%;" &gt;Morra o C.A.D.! Morra! -  B.I.M.!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31255901-115322446032572398?l=bimbalhices.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bimbalhices.blogspot.com/feeds/115322446032572398/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31255901&amp;postID=115322446032572398' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31255901/posts/default/115322446032572398'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31255901/posts/default/115322446032572398'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bimbalhices.blogspot.com/2006/07/manifesto-anti-cad.html' title='Manifesto Anti-CAD'/><author><name>Miguel Krippahl</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Ivd9_xBMTIg/StxjhgU_a2I/AAAAAAAAA2s/mUCH9u95swc/S220/eucartoon.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31255901.post-115315227114273029</id><published>2006-07-17T17:04:00.000+01:00</published><updated>2006-07-19T14:34:25.796+01:00</updated><title type='text'>O CAD morreu</title><content type='html'>BIM.&lt;br /&gt;Para os mais incautos, Building Information Model.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, se estava a pensar que este iria ser um Blog sobre o Banco Internacional de Moçambique , carregue na setinha do canto superior esquerdo do seu &lt;span style="font-style: italic;"&gt;browser&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caso seja dos poucos que sabem alguma coisa sobre BIM, poderá encontar aqui algumas opiniões que, espero, sejam polémicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira, para começar, é esta: O CAD Morreu.&lt;br /&gt;E aqui está um boneco, para os de compreensão mais lenta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/3851/3369/1600/RIP%20CAD.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3851/3369/320/RIP%20CAD.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31255901-115315227114273029?l=bimbalhices.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bimbalhices.blogspot.com/feeds/115315227114273029/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31255901&amp;postID=115315227114273029' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31255901/posts/default/115315227114273029'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31255901/posts/default/115315227114273029'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bimbalhices.blogspot.com/2006/07/o-cad-morreu.html' title='O CAD morreu'/><author><name>Miguel Krippahl</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_Ivd9_xBMTIg/StxjhgU_a2I/AAAAAAAAA2s/mUCH9u95swc/S220/eucartoon.jpg'/></author><thr:total>8</thr:total></entry></feed>
